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A experiência mobile não se restringe a e-commerces, a sites responsivos ou apps de compra, ela vai muito mais além. Confira o post e conheças as novidades que a tecnologia apresenta para o consumidor e para o varejista!

Como a experiência mobile está mudando o mercado do varejo

Você já sabe o que é experiência mobile e qual o seu impacto para o varejo? Existem mais de 600 mil sites de vendas no Brasil e muitos já são responsivos — desenvolvidos para funcionar perfeitamente também em dispositivos móveis. Mas a verdade é que essa experiência vai muito além.

Mais do que demandar mudanças no e-commerce para que este atenda a quem faça compras pelo smartphone, a experiência mobile revela transformações ainda mais interessantes para o mercado do varejo. Continue a leitura e saiba mais!

O que é a experiência mobile

De 2016 para cá, o percentual de lojas virtuais com sites responsivos subiu de 16,12% para 20,24%. Os dados da pesquisa do BigData Corp também mostram aumento de 0,27% para 3,47% no índice de comércios que buscam uma empresa de desenvolvimento de software para o desenvolvimento de aplicativo próprio.

Cada vez mais, os consumidores se interessam pelas facilidades de compra que podem obter por meio de seus dispositivos móveis. O que, consequentemente, leva às lojas a se adequarem a esse mercado.

E a mudança para aí. A experiência mobile, como o termo indica, está relacionada à experiência de compra como um todo, incluindo fatores como filas e o autoatendimento. Portanto, algo que impacta lojas físicas.

Como essa experiência está mudando o varejo

Para que essa ideia fique ainda mais clara, apresentamos abaixo exemplos de como essa experiência direciona mudanças importantes para o varejo. Veja:

Diminuição de filas

Enquanto consumidor, quantas vezes você já desistiu ou se sentiu verdadeiramente desanimado por ter de encarar uma longa fila para concluir suas compras?

Com um parceiro especializado em desenvolvimento de software, uma loja pode combinar diferentes tecnologias, como aprendizado de máquina e inteligência artificial, para criar um app que elimina a necessidade de filas

O consumidor faz o download do aplicativo que é automaticamente reconhecido pelo sistema da loja. Assim, ao deixar o estabelecimento, cada produto levado é computado e o valor total é descontado de sua conta (previamente cadastrada).

“Faça você mesmo”

A ideia do autoatendimento é realidade conhecida em alguns estabelecimentos do exterior. No Brasil, alguns supermercados e lojas, como o Walmart, já começaram a adotar essa ideia.

A solução funciona por meio do uso de um aplicativo desenvolvido para que o próprio consumidor possa escanear as suas mercadorias. O serviço é atrelado a um sistema de pagamento que também elimina a necessidade de intermediação de um funcionário do estabelecimento.

Em outras palavras, o “faça você mesmo” pressupõe que o consumidor se responsabilize por essas tarefas, alterando a sua experiência de compra.

Treinamento imersivo

A experiência mobile não afeta apenas o consumidor. O uso de soluções para dispositivos móveis também pode ser feito, por exemplo, no treinamento da equipe da loja.

Aplicativos aliados a outras tecnologias, como a de realidade aumentada, permite que os colaboradores sejam levados a simulações de situações reais de atendimento. Além de outras simulações que contribuam para aprimorar o trabalho e conquistar melhores resultados em diferentes setores do negócio.

O que fazer para participar da mudança

Para oferecer uma nova experiência aos seus consumidores e equipe, uma loja precisa contar com um sistema customizado. Isso significa contar com os serviços uma empresa desenvolvedora de software para ter seu próprio aplicativo e outras soluções que correspondam aos interesses e possibilidades do negócio.

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