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Do Mainframe à Terceira Plataforma de TI, o que mudou?

Profisional trabalhando no datacenter

Quando paramos para olhar tudo o que criamos até hoje em termos de tecnologia moderna, sequer lembramos que essa revolução de coisas inteligentes não têm sequer 50 anos. Aliás, há mais ou menos 30 anos, os primeiros computadores foram parar na casa dos usuários e a maravilhar o mundo.

Ninguém falava de outsourcing de TI, relógios inteligentes, carros que dirigem sozinhos, geladeiras conectadas à internet (não tinha nem como acessar a internet em casa!) e outras coisas que parecem tão comuns hoje em dia. De fato, tudo mudou, e rápido demais.

De fato, 50 anos pode não parecer muito na perspectiva da humanidade, mas da tecnologia, demos um salto quântico. Aliás, você sabia que estamos na era da terceira plataforma de TI? Não? Então, acompanhe nosso post e veja como foi a evolução até os dias de hoje.

1a Plataforma de TI: Mainframe

Máquinas enormes, ruído, um consumo de energia impressionante e tempo, muito tempo para processar quantidades de dados que hoje pareceriam praticamente insignificantes. Esses eram os mainframes, e podemos até citar um deles, da IBM, anunciado em 1964, o System/360.

Este colosso da computação (vejam bem, aqui nem se falava de TI ainda), foi usado pela NASA no programa da Apollo. Aqui pelo Brasil, o INCRA ele pousou no Brasil, sendo usado para realizar cálculos do imposto territorial e recensiamento das propriedades rurais.

https://www.youtube.com/watch?v=GN7HUJF–5s

2a Plataforma de TI: a era do PC

Dando um pequeno salto, chegamos aos anos 80. Foi nesta década que surgiram os primeiros computadores pessoais. Neste período, o PC começou a popularizar-se no ambiente doméstico e corporativo (nas empresas, agora, de forma individual, diferente do mainframe da empresa).

Aqui, igualmente, ainda não falávamos de terceirização de TI, mas já podemos encontrar os primeiros sinais da nova era que sucederia à 2a plataforma: foram criadas as primeiras redes de computadores. De fato, aqui começamos a relacionar conceitos como cliente-servidor e entra em jogo a internet como conhecemos hoje.

3a Plataforma de TI: a era da web

Praticamente 60 anos depois, entramos no que seria a 3a plataforma. O que caracteriza este período? Mais do que os aparelhos físicos, estamos falando de coisas imateriais ou que já não dependem do seu ambiente físico: Cloud Computing, Redes Sociais, Big Data, terceirização de TI, entre outras possibilidades.

Aqui, já começamos a pensar o que é outsourcing, como nossas organizações podem melhorar a experiência do usuário, como a mobilidade tem adquirido um papel central nas comunicações e ações da vida moderna, como a tecnologia está, de fato, beneficiando-se da democratização da informação.

E sua empresa, em que era está?

No que se relaciona às empresas, é possível ter sistemas complexos e uma infraestrutura completa existindo totalmente fora do seu ambiente físico. Toda a infraestrutura de desenvolvimento pode ser terceirizada para criar soluções para praticamente qualquer tipo de serviço: da logística à segurança, passando por automação de processos, entre outros.

Aqui, cabem perguntas como sua empresa já participa da era digital? ou mesmo como você pode obter resultados concretos terceirizando seu núcleo de tecnologia? Como você pode ver, e continua percebendo diariamente, as possibilidades de criação em termos de Tecnologia da Informação não param, nunca.

Quer saber o que a Logical Minds pode fazer pelo sucesso de sua organização? Entre em contato conosco e será um prazer contribuir para a evolução tecnológica de sua companhia!

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As Melhores Práticas para Sucesso nos Projetos de Gestão de TI

As Melhores Práticas para Sucesso nos Projetos de Gestão de TI

A gestão de projetos em TI não é novidade. E muito da evolução da área se deve ao setor de tecnologia, que faz uso das melhores práticas de gestão de projetos há muito mais tempo do que outros segmentos de mercado.

Mas, com o passar do tempo, essas melhores práticas podem acabar se perdendo em meio a processos e burocracia, por isso, resolvemos retomar algumas dicas que podem fazer a diferença em seus resultados. Confira:

Padronize processos e ferramentas

Padronizar não significa engessar a operação, mas sim fazer com que todos utilizem os mesmos métodos para planejar, executar, controlar, analisar e também comunicar o andamento do projeto.

Nesse sentido, além de definir os processos e os modelos de documentos que a equipe deve adotar, eleja as ferramentas que serão utilizadas tanto na gestão do projeto quanto na comunicação com os diversos stakeholders.

Faça a comunicação fluir

E já que mencionamos a comunicação como um ponto chave, é preciso ressaltar que ela deve ser clara, transparente, objetiva e fluida. Em outras palavras, todos os stakeholders da empresa devem ser informados segundo sua relação com o projeto.

Uma falha de comunicação pode custar o apoio de um diretor ou então a satisfação do cliente final. Portanto, faça com que a comunicação seja eficaz. Use diversos canais de comunicação, que possibilitem um diálogo de duas vias.

Respeite (e gerencie) os riscos

A gestão de riscos é uma das melhores práticas em projetos de TI que não podem faltar na sua lista. Cada risco deve ser dimensionado adequadamente e tratado conforme sua capacidade de impacto sobre o projeto, evitando problemas futuros.

Ter todos os riscos sob controle, tanto os positivos quanto os negativos, é essencial para maximizar os resultados de qualquer iniciativa.

Mantenha a equipe enxuta

Quanto menos pessoas envolvidas na execução de um projeto, mais fácil de fazer com que o time trabalhe em sinergia. É por isso que equipes enxutas acabam produzindo resultados superiores.

Diante disso, eleja os melhores profissionais para atuarem em cada projeto, mesmo que isso signifique fazer contratações externas. O investimento em profissionais qualificados se justifica ao longo do projeto, que pode ganhar em prazo, qualidade e custo.

Adote metodologias ágeis de projetos

Melhores práticas em projetos de TI ajudam a alavancar os resultados. E uma das formas de garantir que sua equipe trabalhe bem e rápido é adotar metodologias ágeis de projetos, como Scrum ou ITIL, por exemplo.

O trabalho iterativo e incremental proporcionado por essas metodologias permite desmembrar o projeto em etapas menores, chamadas Sprints. Assim, a equipe do projeto fica focada em um único objetivo de cada vez, eliminando as distrações.

O ganho de tempo é apenas um dos benefícios da adoção de metodologias ágeis na gestão de projetos de TI. Também fica mais fácil controlar os prazos e também os custos de cada iniciativa, gerando valor para os clientes desde o primeiro momento.

Você tem outras melhores práticas em projetos de TI que gostaria de compartilhar conosco? Deixe seu comentário e aproveite para assinar a nossa newsletter e ficar por dentro das novidades da Logical Minds!

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Carteiras digitais ganham espaço em meios de pagamento eletrônicos

Carteiras Digitais ganham espaço em meios de pagamento eletrônico

As carteiras digitais já existem há algum tempo, mas se tornaram mais populares recentemente e, cada vez mais, ganham espaço em meios de pagamento eletrônico. Ainda não sabe do que se trata? Tudo bem, te explicaremos tudo neste post!

Ao longo da leitura, você vai entender o que é carteira digital, como usá-la, saber se é segura e, ainda, descobrir porque essa solução está ganhando espaço e conquistando clientes e lojistas. Acompanhe!

O que é carteira digital

Como o termo indica e você já deve ter deduzido, a carteira digital é uma solução eletrônica, virtual, criada para substituir a carteira física tradicional. Na prática, isso significa uma alternativa para que as pessoas não precisem mais sair de casa carregando notas de dinheiro, cartões de crédito ou débito.

Assim, a carteira digital armazena em dispositivos móveis (como o smartphones) informações pessoais e financeiras que permitem que as operações sejam realizadas de forma ainda mais rápida e simples.

A solução também pode servir para o armazenamento de ingressos ou bilhetes para eventos (como cinema, teatro e shows) e de passagens para o transporte público. Além de serviços exclusivos, como programas de fidelidade, criado especialmente pelas empresas.

Como funciona e como usar carteira digital

A resposta para como usar carteira digital varia de acordo com o sistema escolhido. No geral, porém, as três opções de uso possíveis demandam cadastro prévio e, ainda, que tanto o cliente quanto a empresa estejam aptos a utilizar esse meio de pagamento eletrônico.

 

Uma das formas de utilização da carteira digital é por meio de serviços de pagamento online, como o PayPal. Por meio deles, clientes podem realizar pagamentos a lojas ou empresas sem precisar informar novamente seus dados pessoais ou bancários.

A outra é via NFC (Near Field Communication). Essa tecnologia permite a transmissão de dados entre dispositivos que sejam posicionados próximos um dos outros. Assim, o cliente pode aproximar o seu smartphone do equipamento do estabelecimento comercial em que se encontra e pronto, a transação é feita.

Por fim, há também a possibilidade de usar a carteira digital para realizar pagamentos com bitcoins (moeda virtual ou criptomoeda).

A carteira digital é segura?

Seguindo a ideia de que a carteira digital existe para eliminar ou reduzir a necessidade de sair de casa levando quantias em dinheiro vivo ou cartões físicos, é possível deduzir que a carteira digital é segura.

Porém, é também comum questionar se essas transações realizadas em ambiente virtual também não estão sujeitas a golpes ou a gerar qualquer tipo de prejuízo.

Portanto, vale saber que as companhias de e-wallet (aquelas que desenvolvem e oferecem a tecnologia) apostam na criptografia de dados, aumentando a segurança e tornando muito difícil problemas relacionados à invasão de contas ou fraude, por exemplo.

Porque essa solução é cada vez mais popular (e porque vale a pena usar)

Segurança e praticidade estão entre os fatores de destaque para a popularização do uso das carteiras digitais. E isso vale tanto para quem paga quanto para quem recebe por meio da solução.

 

A carteira digital permite que lojas e empresas ofereçam mais opções de pagamento aos clientes, favorecendo o aumento das compras e contratações. Enquanto, para os clientes, toda essa facilidade evita preocupações relacionadas à segurança e a outras complicações como o esquecimento dos cartões em casa.

Você já pensou em oferecer essa facilidade aos seus clientes? Converse conosco!

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Gateways x intermediadores de pagamento: descubra os prós e contras de cada um

Você está em dúvida quanto à escolha do meio de pagamento ideal para o seu e-commerce? Esse é um dilema comum para quem precisa encontrar a melhor solução para realizar as transações relativas às vendas feitas, de forma prática, segura e, claro, econômica.

Para te ajudar, fizemos este post explicando o que é gateway de pagamento e o que é intermediador de pagamento. Assim, você vai conhecer melhor esses sistemas de pagamento online, entender suas vantagens e desvantagens para, então, decidir qual a solução para o seu negócio. Vamos lá?

O que é gateway de pagamento, os seus prós e contras

Uma maneira simples de entender o que é gateway de pagamento é considerar que se trata de uma solução que funciona como um terminal (ou maquininha) de cartão de crédito.

Isso significa que o gateway garante que os dados dos cartões dos clientes sejam transmitidos de forma segura, através da criptografia, e permite que os valores pagos sejam transferidos direta e integralmente para a conta da sua loja. Ainda, a confirmação da transação é imediata.

O gateway não demanda que o seu cliente seja redirecionado a outra plataforma para a realização do pagamento porque pode ser integrado ao sistema da própria loja.

Além disso, permite personalizações para que a loja possa oferecer opções de parcelamento ou, por exemplo, para que o cliente possa pagar utilizando cartões de fora do país. Tudo isso pode contar como pontos positivos.

Vale saber, ainda, que uma solução de gateway demanda que você negocie um contrato com cada operadora de cartão de crédito. Isso pode ser entendido como um ponto contra, em função do trabalho envolvido. E pode ser entendido como um ponto positivo, já que abre espaço para que você negocie as taxas junto às operadoras e ao banco.

O que é intermediador de pagamento, os seus prós e contras

Quando um e-commerce opta por contar com um serviço de intermediador de pagamento, é esse intermediador que faz a conexão e a transmissão dos dados do cartão dos clientes para o recebimento do valor referente à compra.

A principal vantagem está associada à facilidade que essa solução oferece, uma vez que você precisa se preocupar apenas com o contrato firmado com os intermediadores, enquanto eles fazem a própria negociação para aceitar diferentes cartões de crédito e débito dos principais bancos. A desvantagem é que isso faz com que as taxas dessa solução sejam mais altas para você do que aquelas acordadas em um sistema de gateway.

Além disso, ao contar com intermediadores, seu cliente é redirecionado a uma outra plataforma, fora do seu e-commerce, para concluir a compra. Não raro, clientes acabam abandonando o carrinho por não gostarem desse sistema. E, quando a compra é concluída, o tempo de análise e aprovação da transação é maior, o que pode prejudicar a logística e aumentar seus prazos de entrega.

Gateway x intermediador: qual a solução ideal?

Agora que você sabe o que é gateway e o que é intermediador de pagamento, já tem um embasamento para descobrir qual dos sistemas de pagamento online é o ideal para o seu negócio.

Vale saber, ainda, que cada e-commerce tem características e demandas próprias que direcionam essa decisão.

No geral, porém, fatores como a permanência do cliente no site da loja para a realização do pagamento e a possibilidade de personalização da solução fazem com que o gateway de pagamento seja a opção mais promissora, sobretudo para acompanhar o crescimento do e-commerce e gerar resultados mais sólidos também em longo prazo.

Você acha que um gateway de pagamento personalizado é a solução certa para o seu e-commerce? Entre em contato conosco, podemos te ajudar!

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O que os CIOs estão falando sobre a transformação digital?

Recursos digitais já permeiam todas as empresas, das micro às multinacionais. No entanto, apenas 4% delas extrai todo o potencial da tecnologia para remodelar negócios, reduzir tarefas repetitivas e acelerar a produtividade.

Na contramão desse cenário, estima-se que os efeitos da transformação digital sejam capazes de gerar uma economia de recursos de 30% a 200% apenas no primeiro ano de implementação das mudanças, algo que poderia alavancar a competitividade de centenas de empresas que se veem estagnadas por processos burocráticos e pouco ágeis.

E o que os CIOs (Chief Information Officers) pensam a respeito?

A transformação digital veio para aprimorar a experiência do cliente

Segundo a PwC, 82% dos executivos de TI acreditam que o papel principal da transformação digital é proporcionar melhores experiências aos consumidores. Isso porque o consumidor atual está cada dia mais exigente na hora de se relacionar com uma marca.

Assim, investimentos em comunicação omnichannel, plataformas colaborativas, recursos de autoatendimento e ferramentas de análise de dados passam a figurar como essenciais na estratégia das organizações, visando sempre conhecer melhor o consumidor e oferecer uma experiência única junto à empresa.

Análise de dados é vital para a transformação digital

Outro pensamento que é unanimidade entre os CIOs é a necessidade de se investir cada vez mais em análise de dados. Uma empresa que não monitora seu desempenho on e off-line, perde chances reais de se destacar no mercado e posicionar-se de maneira mais competitiva.

Por meio do data analytics, é possível otimizar estoques, reduzir custos logísticos, melhorar a performance de vendas, segmentar e personalizar o marketing e ainda descobrir melhores formas de gerenciar as finanças para que haja maior lucratividade.

O que deve ser observado para lograr esses resultados é o uso de tecnologias que permitam coletar, processar, analisar e armazenar dados de fontes diversas, além da capacidade de extrair insights que sirvam para orientar a tomada de decisão.

Outsourcing de TI é fundamental para a transformação digital

A maior preocupação das empresas tem sido a falta de know-how interno para promover as mudanças necessárias para adentrar a transformação digital de uma vez por todas.

Mas quem já está no caminho afirma que a terceirização dos serviços de TI é a melhor forma de aproveitar as consequências da transformação digital, segundo dados da Forrester e Accenture.

O relatório Digital Transformation In The Age Of The Customer revela que 88% das empresas estão usando ao menos um fornecedor de soluções para promover a transformação digital no ambiente corporativo.

A vantagem dessa decisão é ter uma equipe altamente qualificada à disposição sem necessariamente ter que criar um setor de Tecnologia da Informação ou mobilizar a equipe interna para as mudanças necessárias.

Além disso, um olhar externo permite identificar falhas, corrigir processos e tornar a companhia ainda mais ágil e eficiente, o que se reflete em uma melhor experiência tanto de clientes quanto de colaboradores junto à marca.

E você, já está pronto para as consequências da transformação digital? Assine nossa newsletter e receba em primeira mão o e-book Transformação Digital: como se preparar para ela!

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Pagamentos eletrônicos: saiba quais são suas opções!

Entre todas as plataformas existentes no mercado, uma vai ser a ideal para a sua realidade! Confira as opções nesse artigo!

A internet facilitou (e muito) a nossa vida. Um bom exemplo disso são as inúmeras formas de pagamento eletrônico existentes, que ajudam tanto os consumidores — que têm mais opções para pagar — quanto os vendedores, que passam a vender mais graças às ferramentas disponíveis no mercado.

No artigo de hoje você vai entender quais são as principais formas de pagamento on-line, tanto brasileiras quanto estrangeiras, as vantagens e benefícios de cada uma delas. Continue a leitura!

Boletos Bancários

O mercado brasileiro está muito acostumado a algumas formas de pagamento tradicionais, como os famosos boletos bancários. Apesar de terem um tempo de compensação maior (pode chegar a três dias até o banco confirmar o pagamento), esse formato permite que o consumidor tenha mais liberdade, uma vez que independe de conta bancária ou cartão de crédito.

Oferecer a possibilidade de os seus clientes pagarem pelo produto ou serviço prestado através de boleto bancário auxilia (e muito) as vendas. Além de facilitar a vida dos consumidores, também demonstra que a sua empresa está preparada para atendê-los. De qualquer maneira, pela demora de compensação e possível gasto para a sua empresa, essa não deve ser a principal forma de pagamento.

Cartões de crédito

Outra forma tradicional amplamente explorada nos e-commerces brasileiros são os cartões de crédito. Nesse caso o pagamento é compensado na hora, a compra confirmada e o recebimento assegurado pela instituição financeira. Seu ponto negativo são os altos custos, como taxas e juros.

Além de ser a forma de pagamento on-line mais utilizada pelos brasileiros, o cartão de crédito oferece outras vantagens para você. A principal delas é que os dados ficam armazenados em seu banco de dados, permitindo que as próximas compras do cliente sejam efetuadas com poucos cliques.

Todavia, atenção! É muito importante que você invista na segurança do seu e-commerce, colocando certificados e barreiras para que hackers e softwares maliciosos não roubem as informações de seus clientes. Isso poderia representar um problema gigantesco para sua marca.

Plataformas de pagamento on-line

A popularização das compras pela internet fez surgir diversas plataformas que atuam como intermediárias entre vendedores e compradores no ambiente virtual. Além de oferecer toda a infraestrutura necessária para isso, elas possuem (em sua maioria) uma interface simples, facilitando muito o seu uso.

Apesar de oferecerem toda a infraestrutura pronta para que você feche suas vendas, as plataformas de pagamento on-line podem ter custos altos, necessitar de suporte técnico (como os gateways) e gerar a desconfiança dos clientes menos informados.

Nesse contexto, contar com uma plataforma própria pode eliminar esses intermediários, contribuindo consideravelmente para o aumento do seu faturamento e uma gestão mais eficiente dos dados dos seus clientes.

E você, já decidiu qual é o melhor meios de pagamento eletrônico para a sua realidade? Assine nossa newsletter e aprenda também quais as diferenças entre gateways e intermediadores de pagamentos!

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Pequenas empresas também devem se preocupar com a transformação digital. Entenda!

No post anterior, falamos sobre o que é transformação digital  e de seus impactos no universo corporativo. Mas será que apenas megacorporações devem se preocupar em oferecer uma experiência diferenciada aos clientes?

A resposta é não. As pequenas empresas também devem se preocupar com a transformação digital, afinal, elas representam 98,5% dos empreendimentos no país e empregam mais de 70% da população. Com tamanha representatividade, podemos dizer que são elas que oferecem a maior parte de produtos e serviços aos consumidores.

Nesse sentido, evoluir juntamente com as novas tecnologias se faz necessário para crescer de forma sustentável e alcançar novos mercados, mantendo um público fiel e engajado com a sua marca.

A seguir, você confere os motivos pelos quais você deve se preocupar com os impactos da transformação digital nas pequenas empresas:

Competitividade

O principal motivo para tornar-se uma empresa digital é garantir seu lugar no mercado. Enquanto as grandes corporações são complexas e morosas em processos, um pequeno empreendimento pode ser veloz e flexível, adaptando-se rapidamente às nuances do mercado.

É por esse motivo que várias startups nascem e crescem rapidamente. De olho nas possibilidades que a tecnologia traz, empreendedores investem em formas inovadoras de trabalho, estabelecendo redes de profissionais ao invés de estruturas físicas de alto custo.

Produtividade

Competir com os grandes não é nada fácil, porém, não é impossível. Usando recursos como computação na nuvem, você pode facilitar a interação entre colaboradores, criar ambientes em que todos contribuam em tempo real para projetos e armazenar os dados de forma segura sem precisar investir muito nisso.

A base de muitas empresas que operam integralmente no universo digital está na internet, que oferece uma gama enorme de ferramentas para aumentar a produtividade e melhorar a qualidade das entregas para os clientes.

É o caso de empresas que oferecem softwares como serviço (SaaS). A plataforma é criada para operar totalmente on-line, o que facilita a adesão de novos clientes, a escalabilidade dos negócios e também a mobilidade corporativa, essencial para o incremento da produtividade.

Custos

Todo empreendedor sabe muito bem quanto custa manter uma empresa em pleno funcionamento. Até os menores empreendimentos requerem certa infraestrutura, contratação de pessoas e pagamento de impostos, sem falar na aquisição de equipamentos, tecnologias e insumos.

A digitalização das empresas traz consigo recursos que permitem reduzir os custos corporativos e com isso aumentar a rentabilidade do negócio. Por exemplo, no atendimento ao cliente.

Antes, era preciso ter uma linha telefônica disponível, quando não várias, assim como pessoas qualificadas para prestar o atendimento. Hoje, é possível fazer uso de redes sociais como plataformas de SAC, assim como de mensageiros instantâneos, os quais dependem unicamente de uma conexão com a internet.

Podemos ir além e integrar chatbots aos mensageiros, automatizando respostas frequentes e melhorando o tempo de resposta ao consumidor.

Como você pode perceber, os impactos da transformação digital nas pequenas empresas são positivos, pois possibilitam maior competitividade, produtividade e rentabilidade aos negócios. Se você ainda não optou por tornar sua empresa digital, está na hora de pensar nisso com mais atenção e buscar um parceiro de negócio que o ajude nessa empreitada.

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Linkar para post O que é transformação digital

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Pagamentos online no Brasil: um panorama

Já em 2016, uma pesquisa da PwC afirmava que os brasileiros compravam mais pela internet do que diretamente nas lojas tradicionais. O estudo apontava que cerca de 39% dos usuários têm o hábito de comprar pela internet e usar as formas de pagamento online disponíveis na hora de adquirir produtos e serviços.

A pesquisa ainda indicou que somente 3,4% dos compradores nunca recorreram a nenhum pagamento online ou compraram nada pela internet. Sobre este dado em particular, podemos tirar uma clara conclusão: a tendência é que o mundo migre pagamentos, encomendas e relacionamentos para os ambientes virtuais.

Também podemos citar outra fonte, que fala de meios de pagamento globais. A Worldpay, uma companhia de processamento de pagamentos publicou um ebook com o panorama mundial sobre tendências de formas de pagamento até 2020, dentre as quais se destacam as eWallets com 30%, cartão de crédito com 25%, débito com 17%, entre outras.

O fato é: sua empresa, como está lidando com o novo comportamento dos clientes na hora de efetuar um pagamento? Sua marca disponibiliza diferentes modos de pagamento online? Sabe como vender pela internet com cartão de crédito?

Compras via Mobile

Outro detalhe que não pode ser deixado de lado é a tendência a usar dispositivos móveis para pesquisar e adquirir bens ou serviços. A mesma pesquisa também aponta que, só em 2017, houve um aumento de 35,9% nas compras feitas por tablets e celulares. Já quando falamos da porção de compras totais, estes dispositivos já respondem por quase 25% do consumo.

Até o final de 2018, espera-se que cerca de 30% das vendas seja sejam feitas via mobile. Isso implica em adaptar processos, ter uma página responsive e proporcionar todas as facilidades que os usuários esperam encontrar, como pagar com cartão de crédito, paypal ou realizar transferências por meio do débito automático.

O brasileiro e as compras online

Em tempo: mais metade dos consumidores realizaram, ao menos, quatro compras online nos últimos 6 meses. Ou seja, ainda em um momento em que o país passa por uma crise financeira marcante, os números das compras online não deixam de crescer. Motivo? Exatamente o que as crises proporcionam: aumento da competitividade, redução de preços e buscas mais extensas por parte do consumidor.

Não vamos esquecer do quesito comodidade. Comprar de sua própria casa é um hábito que os brasileiros estão incorporando com muita aceitação. Agregam-se os benefícios de comprar quando quiser, economizar tempo e conseguir fazer uma pesquisa entre vários lugares em paralelo e escolher onde comprar.

Igualmente, o brasileiro tem bastante cuidado na hora de decidir fornecer seus dados ou de fechar a compra. Por isso, além de considerar um ambiente de compras funcional, é importante transmitir segurança para os consumidores. Páginas com protocolo https, reviews positivos dos consumidores e rápida capacidade de resposta às consultas costumam ter vantagem.

Ou sejam o que fez a internet foi permitir que o consumidor expanda suas possibilidades, tanto de pesquisa como de pagamento. É natural a migração de processos para um ambiente que facilite à compra. Neste caso, e exatamente por isso, é bom estar preparado e criar soluções de acordo com a demanda atual.

Esperamos que o artigo tenha ajudado a entender como o panorama atual dos pagamentos online no Brasil estimula às empresas a investir tempo e esforços nesta modalidade. Se você tiver dúvidas, entre em contato conosco, a Logical Minds está à sua disposição para ajudar sua marca a crescer.

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Afinal, o que é transformação digital?

Muito se fala sobre transformação digital, que a tecnologia está presente em tudo na sociedade moderna, que quem não se tornar digital vai desaparecer, entre outras afirmações que acompanham as novas mudanças que experimentamos hoje em dia. Mas, efetivamente, do que se trata a transformação digital?

Bem, podemos começar falando do que não é transformação digital. Pois bem, ao contrário do que muita gente pensa, o termo não faz referência simplesmente ao uso de tecnologias digitais na rotina. Não se trata de usar gadgets legais para substituir o trabalho mecânico. Não é aumentar a produção ou melhorar a competitividade por meio aparelhos modernos.

A real transformação digital tem mais a ver com a mudança da forma como entregamos valor ao cliente, desenvolvimento de produtos e processos de gestão – sempre pautados em tecnologias que facilitem o funcionamento destas iniciativas. Caso sua empresa siga fazendo a mesma coisa de antes, mas por meio de digitalização, isso não se trata de transformação digital, e sim de digitalização funcional.

Impactos da transformação digital

Como comentamos, o termo faz referência mais às mudanças que podem ter lugar na cultura de uma empresa do que necessariamente no uso de novas tecnologias. Ou seja, é preciso encarar as novas perspectivas a partir de um novo modelo de negócios, do tipo de produtos ou serviços que oferece até mesmo a forma como entrega as mercadorias.

Empresas que passam por modificações normalmente estão respondendo às mudanças no mercado em si, às novas demandas dos consumidores e às novas leis do mercado. Por exemplo, um estudo do Centro MIT de Negócios Digitais descobriu que, para promover uma efetiva transformação, as empresas devem repensar seus modelos de negócio e de operações como um todo.

Um bom exemplo das transformações operacionais que uma empresa pode atravessar é o da Nespresso. A marca desenvolveu um sistema de gestão de relacionamento com os clientes na nuvem, no qual os clientes têm acesso a todos os serviços e atendimento, no formato omnichannel. Ou seja, os clientes podem migrar de plataforma, dispositivo ou serem atendidos pessoalmente, seja qual seja for necessidade pontual, consulta ou pedido de compras.

Impactos da tecnologia na sociedade

A sociedade costuma absorver rapidamente qualquer mudança que venha a facilitar sua rotina. Aliás, mais do que absorver, a sociedade busca empresas que inovam e que estão alinhadas com as novas tendências de mercado e com suas reais necessidades. Por isso, a migração para um modelo mais próximo das expectativas costuma facilitar a fidelização de clientes, por exemplo.

O processo de transformação digital que as empresas levam a cabo podem proporcionar a criação de produtos e serviços novos, o que tem impacto direto sobre a cultura de inovação. Podemos citar exemplos relacionados À IoT (Internet of Things): a Schindler e a Apple e desenvolveram, em parceria, sensores para suas escadas rolantes, que ao identificar um problema já acionam um sinal que deriva na visita de um técnico para solucionar o inconveniente. Genial, não? E tudo sem intervenção de um gestor.

De fato, o maior impacto talvez seja o início de uma era totalmente focada no cliente. Por décadas, o foco sempre esteve no produto, o que forçava aos consumidores a adaptarem-se ao que havia no mercado. Com a transformação digital, os líderes precisa planejar suas ações em função dos anseios presentes e futuros dos usuários.

Empresas digitais: de que se tratam?

Do lado das empresas, o processo de gestão deve ser repensado totalmente. É hora de usar todo o poder do Big Data para ter acesso a informações não somente relacionadas aos resultados passados, mas também começar a planejar em base a tendências. Quando aliamos o processamento de dados com BI (Business Inteligence), podemos estabelecer os fundamentos que orientarão as empresas ao sucesso.

Ou seja, as companhias devem começar a focar mais no que pode ser feito para suplementar a experiência do cliente: o que o usuário pede e como pede. A ideia é ir além e saber o que usuário vai precisar antes mesmo de que ele pense que precisa daquilo: despertar necessidade e desejo por serviços ou produtos específicos. Neste caso, queremos saber: como anda a sua empresa em relação à nova transformação digital?

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O que é teste de software?

Existem muitas definições de teste de software, mas ficamos com o conceito do criador da metodologia, Glenford J. Myers, que escreveu “O teste de software é um processo ou uma série definida de processos, projetados para garantir que o código desenvolvido irá fazer o que foi projetado para fazer, e, inversamente, que ele não faça nada fora desta intenção. Um bom software deve ser previsível e consistente, sem oferecer surpresas ao usuário” – The Art of Software Testing, 3 edição.

Mas é claro que não é bem assim que acontece! O esperado é que muitos erros sejam detectados e corrigidos.

O processo de software testing é muito mais amplo do que rodar programas de teste ou homologar o sistema para encontrar bugs. Além disso, demanda vários tipos de profissionais para realizar o teste: programador, analista de sistemas, analista de testes e o usuário final.

É necessário realizar o processo de validação e verificação de um programa de software e analisar:

  • Se o sistema atende aos requisitos técnicos;
  • Se todas as regras de negócios que foram especificadas no projeto foram contempladas;
  • Se ele pode ser implementado ou não.

Os testes de software são extremamente importantes e garantem o sucesso do projeto quando bem dimensionados e executados. A ideia principal é agregar valor ao projeto aumentando a qualidade do software, de acordo com a norma ISO 9126, que são a funcionalidade, a escalabilidade, a confiabilidade, a usabilidade, a eficiência, a portabilidade e a manutenibilidade. E a melhor forma de subir os índices de qualidade é encontrar o máximo de erros e corrigi-los antes da entrega ao usuário final.

Existem diversas técnicas de teste de software que devem ser escolhidas de acordo com o sistema, linguagem, metodologia de desenvolvimento ou fase do ciclo de vida do sistema. Vamos falar das mais utilizadas:

Teste Estrutural ou Caixa Branca

O código-fonte é analisado e precisa estar de acordo com o Caso de Teste. Esta é a parte mais precisa e lógica de um teste nesta modalidade após elaborar o documento com os casos de teste que contemplem todas as funcionalidades do programa. Mais usado pelos programadores nas fases de manutenção e depuração e para aumentar a confiabilidade do sistema.

Teste Funcional ou Caixa Preta

Imprescindível na fase de desenvolvimento de um sistema, contempla as funcionalidades adequadas às regras de negócio, detecta erros de navegação, comportamento e desempenho. Os resultados esperados que foram detalhados no documento de Caso de Testes devem ser validados no sistema e os resultados devem ser iguais.

Teste Não Funcional

Aqui vale a imaginação, criatividade e experiência do homologador: prever situações que não foram contempladas no projeto e inclusão de erros propositais para ver como o sistema irá se comportar.

Teste de Estresse

Muito usado para avaliar eficiência e alta disponibilidade, principalmente em sistemas mais complexos, o objetivo é carregar o sistemas com muitas condições de saturação e estresse de dados para ver como o sistema se comporta: memória insuficiente, recursos limitados, falha de energia, hardware no máximo de CPU ou carga máxima no banco de dados.

Começar os testes de software desde o início do ciclo de desenvolvimento de um sistema garante um menor número de erros no momento da entrega ao usuário final, assegurando não só a qualidade do software como agregando valor ao negócio. Iremos detalhar mais sobre outros tipos de testes nos próximos posts como os testes integrados, unitários e ponta a ponta. Fique ligado e assine nossa newsletter para saber mais sobre software testing.