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Relações entre controle de gastos, Outsourcing de TI e Body Shop.

Resolução de problemas de TI, otimização de processos e melhoria das rotinas internas. Serviços como o outsourcing de TI e o Body Shop podem fazer muito pela sua empresa. Inclusive, contribuir para um melhor controle dos gastos. Acesse o post e saiba mais!

O uso da tecnologia é crescente nas rotinas de empresas de diversos segmentos. Por isso, contar com profissionais capacitados se tornou uma necessidade constante. Uma demanda que pode ser atendida por parcerias no tradicional modelo de terceirização de TI ou, ainda, pelo Body Shop.

Cada uma dessas modalidades apresenta suas próprias vantagens, inclusive no que tange o controle dos gastos em TI pela empresa contratante. No post de hoje, para que você saiba qual serviço contratar, apresentaremos características relevantes do outsourcing de TI e Body Shop. Acompanhe!

 

O que é terceirização de TI (ou outsourcing de TI)

O outsourcing de TI caracteriza o uso de recursos externos para lidar com a TI de uma empresa. Por isso, essa modalidade de serviço é comumente descrita e compreendida como uma forma de terceirização de TI, já bastante conhecida no universo corporativo.

Nesse caso, uma empresa especializada é contratada como parceira e se torna responsável por administrar o setor de tecnologia da informação de um empreendimento.

Em outras palavras, essa empresa passa a cuidar da infraestrutura, fazer o controle e gestão de sistemas e até a contratação de profissionais para capacitados para cumprir as rotinas de TI.

A modalidade é interessante para empresas de qualquer porte, sobretudo as que encontram dificuldades em lidar com as demandas relacionadas ao uso da tecnologia por conta própria.

 

O que é o Body Shop

De forma direta, a principal diferença entre outsourcing de TI e o Body Shop é o fato de que a segunda modalidade traz a ajuda externa para dentro da empresa contratante. Ou seja, trata-se da alocação de um profissional especializado para acompanhar a rotina local.

Assim, ao invés de uma empresa parceira se tornar responsável por definir toda a gestão da TI, é a empresa contratante quem se responsabiliza pelas ações do profissional na modalidade Body Shop.

Esse profissional fica alocado pelo tempo que a empresa contratante desejar, sem que haja a criação de um vínculo empregatício. Por isso, essa modalidade se torna mais interessante para empresas que administram bem a própria TI e que precisam de ajuda extra para desenvolver projetos pontuais.

 

O controle de gastos em cada modalidade

Com tudo isso, podemos dizer que o outsourcing de TI e o Body Shop são modalidades que podem gerar economia para a empresa contratante. O que permite, ainda, melhor uso dos recursos financeiros da companhia.

Em ambos os casos, a empresa elimina a necessidade de gastos com processos de contratação de pessoal qualificado ou de treinamento para realocação do pessoal interno para a TI.

Os serviços também contribuem para que a empresa evite despesas desnecessárias. A atuação dos especialistas garante investimentos somente equipamentos ou aplicações verdadeiramente úteis e adequadas.

Além disso, seu trabalho contribui para a otimização e automatização de processos, favorecendo a produtividade global da empresa. O que, consequentemente, impacta positivamente os seus resultados.

Vale considerar, ainda, que o outsourcing de TI pode eliminar a necessidade do uso de qualquer recurso interno da empresa. Enquanto o Body Shop pode ser contratado por um período pré-determinando, também contribuindo para maior controle dos recursos.

Gostou de saber a diferença entre as modalidades, mas ainda não sabe qual a melhor para a sua empresa? Entre em contato e converse com o time de especialistas da Logical Minds!

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Variações na gestão de pessoas, contratação e resolução de problemas em TI

Quer saber como promover a resolução de problemas em TI? No post de hoje, apresentamos informações que vão ajudar você a determinar qual a solução ideal para a sua empresa. Confira já!

Qual o caminho escolhido pela sua empresa para garantir a resolução de problemas em TI? Algumas preferem designar seus próprios colaboradores, enquanto outras optam por alocar um profissional especialmente escolhido para a tarefa ou pela terceirização de TI.

Cada um desses caminhos tem suas vantagens e desvantagens e, no post de hoje, vamos explicar melhor essas variações e suas diferenças. Assim, ao final da leitura, você terá condições de decidir como os problemas em TI devem ser resolvidos em sua empresa. Acompanhe!

Gestão de pessoas da empresa

Quando uma empresa não pensa ou não pode expandir seu quadro de funcionários, gerenciar o pessoal interno aparece como opção para a resolução de problemas em TI.

Para que essa solução funcione bem, é preciso garantir que o grupo de pessoas ou colaborador designado para a função seja capacitado para tal. Pode acontecer que a empresa perceba, por exemplo, a necessidade de investir em treinamentos e cursos para assegurar que seu próprio pessoal esteja apto para corresponder às demandas da rotina de trabalho local.

Além disso, é preciso ter em mente que o setor de TI de uma empresa está cada vez mais atrelado aos demais. E isso significa que essa gestão de pessoal interno deve possibilitar que os escolhidos para a tarefa possam, de fato, se dedicar a elas.

Em outras palavras, a empresa que quiser contar com seu pessoal não pode permitir que essa opção comprometa outros setores ou o próprio trabalho de TI. Do contrário, fará realocações que não surtirão o efeito desejado.

Contratação de colaborador para a TI

Se, por outro lado, a empresa está disposta a aumentar seu quadro de funcionários, tem a opção de contratar um colaborador especialmente para resolver os problemas de TI.

Nesse caso, desde o início já no processo de contratação, a empresa tem a oportunidade de escolher um profissional devidamente qualificado. Isso elimina, ao menos em um primeiro momento, o investimento de recursos (financeiros e de tempo) no treinamento ou capacitação.

Essa é uma opção interessante para empresas cuja demanda de TI não é tão elevada, de modo que a presença dessa colaborador seja o bastante para resolver as demandas diárias.

Terceirização de TI (ou outsourcing de TI)

Por sua vez, a terceirização de TI ou o outsourcing de TI é a solução para empresas que preferem não realocar o pessoal interno e, ainda, sabem que a contratação de um colaborador não basta para suprir sua demanda.

O uso intenso da tecnologia no dia a dia de trabalho, sobretudo conectada à rede introduz a necessidade de uma variedade de soluções e processos de TI. E contar com essa terceirização garante que toda a demanda da empresa — relativa ao sistema, programas e toda a infraestrutura — seja atendida por profissionais altamente capacitados para a tarefa.

O outsourcing de TI pode ser integral ou parcial, de modo que a empresa escolha a forma ideal de lidar com a resolução de problemas em TI de acordo com suas próprias características e necessidades.

Quer mais informações para escolher o caminho certo para a sua empresa? Confira o post Outsourcing de TI: esse é o momento ideal para confiar em um parceiro de negócios?

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Pequenas empresas também devem se preocupar com a transformação digital. Entenda!

No post anterior, falamos sobre o que é transformação digital  e de seus impactos no universo corporativo. Mas será que apenas megacorporações devem se preocupar em oferecer uma experiência diferenciada aos clientes?

A resposta é não. As pequenas empresas também devem se preocupar com a transformação digital, afinal, elas representam 98,5% dos empreendimentos no país e empregam mais de 70% da população. Com tamanha representatividade, podemos dizer que são elas que oferecem a maior parte de produtos e serviços aos consumidores.

Nesse sentido, evoluir juntamente com as novas tecnologias se faz necessário para crescer de forma sustentável e alcançar novos mercados, mantendo um público fiel e engajado com a sua marca.

A seguir, você confere os motivos pelos quais você deve se preocupar com os impactos da transformação digital nas pequenas empresas:

Competitividade

O principal motivo para tornar-se uma empresa digital é garantir seu lugar no mercado. Enquanto as grandes corporações são complexas e morosas em processos, um pequeno empreendimento pode ser veloz e flexível, adaptando-se rapidamente às nuances do mercado.

É por esse motivo que várias startups nascem e crescem rapidamente. De olho nas possibilidades que a tecnologia traz, empreendedores investem em formas inovadoras de trabalho, estabelecendo redes de profissionais ao invés de estruturas físicas de alto custo.

Produtividade

Competir com os grandes não é nada fácil, porém, não é impossível. Usando recursos como computação na nuvem, você pode facilitar a interação entre colaboradores, criar ambientes em que todos contribuam em tempo real para projetos e armazenar os dados de forma segura sem precisar investir muito nisso.

A base de muitas empresas que operam integralmente no universo digital está na internet, que oferece uma gama enorme de ferramentas para aumentar a produtividade e melhorar a qualidade das entregas para os clientes.

É o caso de empresas que oferecem softwares como serviço (SaaS). A plataforma é criada para operar totalmente on-line, o que facilita a adesão de novos clientes, a escalabilidade dos negócios e também a mobilidade corporativa, essencial para o incremento da produtividade.

Custos

Todo empreendedor sabe muito bem quanto custa manter uma empresa em pleno funcionamento. Até os menores empreendimentos requerem certa infraestrutura, contratação de pessoas e pagamento de impostos, sem falar na aquisição de equipamentos, tecnologias e insumos.

A digitalização das empresas traz consigo recursos que permitem reduzir os custos corporativos e com isso aumentar a rentabilidade do negócio. Por exemplo, no atendimento ao cliente.

Antes, era preciso ter uma linha telefônica disponível, quando não várias, assim como pessoas qualificadas para prestar o atendimento. Hoje, é possível fazer uso de redes sociais como plataformas de SAC, assim como de mensageiros instantâneos, os quais dependem unicamente de uma conexão com a internet.

Podemos ir além e integrar chatbots aos mensageiros, automatizando respostas frequentes e melhorando o tempo de resposta ao consumidor.

Como você pode perceber, os impactos da transformação digital nas pequenas empresas são positivos, pois possibilitam maior competitividade, produtividade e rentabilidade aos negócios. Se você ainda não optou por tornar sua empresa digital, está na hora de pensar nisso com mais atenção e buscar um parceiro de negócio que o ajude nessa empreitada.

Quer saber mais sobre transformação digital? Assine nossa newsletter e não perca os próximos conteúdos!

Linkar para post O que é transformação digital

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Pagamentos online no Brasil: um panorama

Já em 2016, uma pesquisa da PwC afirmava que os brasileiros compravam mais pela internet do que diretamente nas lojas tradicionais. O estudo apontava que cerca de 39% dos usuários têm o hábito de comprar pela internet e usar as formas de pagamento online disponíveis na hora de adquirir produtos e serviços.

A pesquisa ainda indicou que somente 3,4% dos compradores nunca recorreram a nenhum pagamento online ou compraram nada pela internet. Sobre este dado em particular, podemos tirar uma clara conclusão: a tendência é que o mundo migre pagamentos, encomendas e relacionamentos para os ambientes virtuais.

Também podemos citar outra fonte, que fala de meios de pagamento globais. A Worldpay, uma companhia de processamento de pagamentos publicou um ebook com o panorama mundial sobre tendências de formas de pagamento até 2020, dentre as quais se destacam as eWallets com 30%, cartão de crédito com 25%, débito com 17%, entre outras.

O fato é: sua empresa, como está lidando com o novo comportamento dos clientes na hora de efetuar um pagamento? Sua marca disponibiliza diferentes modos de pagamento online? Sabe como vender pela internet com cartão de crédito?

Compras via Mobile

Outro detalhe que não pode ser deixado de lado é a tendência a usar dispositivos móveis para pesquisar e adquirir bens ou serviços. A mesma pesquisa também aponta que, só em 2017, houve um aumento de 35,9% nas compras feitas por tablets e celulares. Já quando falamos da porção de compras totais, estes dispositivos já respondem por quase 25% do consumo.

Até o final de 2018, espera-se que cerca de 30% das vendas seja sejam feitas via mobile. Isso implica em adaptar processos, ter uma página responsive e proporcionar todas as facilidades que os usuários esperam encontrar, como pagar com cartão de crédito, paypal ou realizar transferências por meio do débito automático.

O brasileiro e as compras online

Em tempo: mais metade dos consumidores realizaram, ao menos, quatro compras online nos últimos 6 meses. Ou seja, ainda em um momento em que o país passa por uma crise financeira marcante, os números das compras online não deixam de crescer. Motivo? Exatamente o que as crises proporcionam: aumento da competitividade, redução de preços e buscas mais extensas por parte do consumidor.

Não vamos esquecer do quesito comodidade. Comprar de sua própria casa é um hábito que os brasileiros estão incorporando com muita aceitação. Agregam-se os benefícios de comprar quando quiser, economizar tempo e conseguir fazer uma pesquisa entre vários lugares em paralelo e escolher onde comprar.

Igualmente, o brasileiro tem bastante cuidado na hora de decidir fornecer seus dados ou de fechar a compra. Por isso, além de considerar um ambiente de compras funcional, é importante transmitir segurança para os consumidores. Páginas com protocolo https, reviews positivos dos consumidores e rápida capacidade de resposta às consultas costumam ter vantagem.

Ou sejam o que fez a internet foi permitir que o consumidor expanda suas possibilidades, tanto de pesquisa como de pagamento. É natural a migração de processos para um ambiente que facilite à compra. Neste caso, e exatamente por isso, é bom estar preparado e criar soluções de acordo com a demanda atual.

Esperamos que o artigo tenha ajudado a entender como o panorama atual dos pagamentos online no Brasil estimula às empresas a investir tempo e esforços nesta modalidade. Se você tiver dúvidas, entre em contato conosco, a Logical Minds está à sua disposição para ajudar sua marca a crescer.

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Afinal, o que é transformação digital?

Muito se fala sobre transformação digital, que a tecnologia está presente em tudo na sociedade moderna, que quem não se tornar digital vai desaparecer, entre outras afirmações que acompanham as novas mudanças que experimentamos hoje em dia. Mas, efetivamente, do que se trata a transformação digital?

Bem, podemos começar falando do que não é transformação digital. Pois bem, ao contrário do que muita gente pensa, o termo não faz referência simplesmente ao uso de tecnologias digitais na rotina. Não se trata de usar gadgets legais para substituir o trabalho mecânico. Não é aumentar a produção ou melhorar a competitividade por meio aparelhos modernos.

A real transformação digital tem mais a ver com a mudança da forma como entregamos valor ao cliente, desenvolvimento de produtos e processos de gestão – sempre pautados em tecnologias que facilitem o funcionamento destas iniciativas. Caso sua empresa siga fazendo a mesma coisa de antes, mas por meio de digitalização, isso não se trata de transformação digital, e sim de digitalização funcional.

Impactos da transformação digital

Como comentamos, o termo faz referência mais às mudanças que podem ter lugar na cultura de uma empresa do que necessariamente no uso de novas tecnologias. Ou seja, é preciso encarar as novas perspectivas a partir de um novo modelo de negócios, do tipo de produtos ou serviços que oferece até mesmo a forma como entrega as mercadorias.

Empresas que passam por modificações normalmente estão respondendo às mudanças no mercado em si, às novas demandas dos consumidores e às novas leis do mercado. Por exemplo, um estudo do Centro MIT de Negócios Digitais descobriu que, para promover uma efetiva transformação, as empresas devem repensar seus modelos de negócio e de operações como um todo.

Um bom exemplo das transformações operacionais que uma empresa pode atravessar é o da Nespresso. A marca desenvolveu um sistema de gestão de relacionamento com os clientes na nuvem, no qual os clientes têm acesso a todos os serviços e atendimento, no formato omnichannel. Ou seja, os clientes podem migrar de plataforma, dispositivo ou serem atendidos pessoalmente, seja qual seja for necessidade pontual, consulta ou pedido de compras.

Impactos da tecnologia na sociedade

A sociedade costuma absorver rapidamente qualquer mudança que venha a facilitar sua rotina. Aliás, mais do que absorver, a sociedade busca empresas que inovam e que estão alinhadas com as novas tendências de mercado e com suas reais necessidades. Por isso, a migração para um modelo mais próximo das expectativas costuma facilitar a fidelização de clientes, por exemplo.

O processo de transformação digital que as empresas levam a cabo podem proporcionar a criação de produtos e serviços novos, o que tem impacto direto sobre a cultura de inovação. Podemos citar exemplos relacionados À IoT (Internet of Things): a Schindler e a Apple e desenvolveram, em parceria, sensores para suas escadas rolantes, que ao identificar um problema já acionam um sinal que deriva na visita de um técnico para solucionar o inconveniente. Genial, não? E tudo sem intervenção de um gestor.

De fato, o maior impacto talvez seja o início de uma era totalmente focada no cliente. Por décadas, o foco sempre esteve no produto, o que forçava aos consumidores a adaptarem-se ao que havia no mercado. Com a transformação digital, os líderes precisa planejar suas ações em função dos anseios presentes e futuros dos usuários.

Empresas digitais: de que se tratam?

Do lado das empresas, o processo de gestão deve ser repensado totalmente. É hora de usar todo o poder do Big Data para ter acesso a informações não somente relacionadas aos resultados passados, mas também começar a planejar em base a tendências. Quando aliamos o processamento de dados com BI (Business Inteligence), podemos estabelecer os fundamentos que orientarão as empresas ao sucesso.

Ou seja, as companhias devem começar a focar mais no que pode ser feito para suplementar a experiência do cliente: o que o usuário pede e como pede. A ideia é ir além e saber o que usuário vai precisar antes mesmo de que ele pense que precisa daquilo: despertar necessidade e desejo por serviços ou produtos específicos. Neste caso, queremos saber: como anda a sua empresa em relação à nova transformação digital?

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O que é teste de software?

Existem muitas definições de teste de software, mas ficamos com o conceito do criador da metodologia, Glenford J. Myers, que escreveu “O teste de software é um processo ou uma série definida de processos, projetados para garantir que o código desenvolvido irá fazer o que foi projetado para fazer, e, inversamente, que ele não faça nada fora desta intenção. Um bom software deve ser previsível e consistente, sem oferecer surpresas ao usuário” – The Art of Software Testing, 3 edição.

Mas é claro que não é bem assim que acontece! O esperado é que muitos erros sejam detectados e corrigidos.

O processo de software testing é muito mais amplo do que rodar programas de teste ou homologar o sistema para encontrar bugs. Além disso, demanda vários tipos de profissionais para realizar o teste: programador, analista de sistemas, analista de testes e o usuário final.

É necessário realizar o processo de validação e verificação de um programa de software e analisar:

  • Se o sistema atende aos requisitos técnicos;
  • Se todas as regras de negócios que foram especificadas no projeto foram contempladas;
  • Se ele pode ser implementado ou não.

Os testes de software são extremamente importantes e garantem o sucesso do projeto quando bem dimensionados e executados. A ideia principal é agregar valor ao projeto aumentando a qualidade do software, de acordo com a norma ISO 9126, que são a funcionalidade, a escalabilidade, a confiabilidade, a usabilidade, a eficiência, a portabilidade e a manutenibilidade. E a melhor forma de subir os índices de qualidade é encontrar o máximo de erros e corrigi-los antes da entrega ao usuário final.

Existem diversas técnicas de teste de software que devem ser escolhidas de acordo com o sistema, linguagem, metodologia de desenvolvimento ou fase do ciclo de vida do sistema. Vamos falar das mais utilizadas:

Teste Estrutural ou Caixa Branca

O código-fonte é analisado e precisa estar de acordo com o Caso de Teste. Esta é a parte mais precisa e lógica de um teste nesta modalidade após elaborar o documento com os casos de teste que contemplem todas as funcionalidades do programa. Mais usado pelos programadores nas fases de manutenção e depuração e para aumentar a confiabilidade do sistema.

Teste Funcional ou Caixa Preta

Imprescindível na fase de desenvolvimento de um sistema, contempla as funcionalidades adequadas às regras de negócio, detecta erros de navegação, comportamento e desempenho. Os resultados esperados que foram detalhados no documento de Caso de Testes devem ser validados no sistema e os resultados devem ser iguais.

Teste Não Funcional

Aqui vale a imaginação, criatividade e experiência do homologador: prever situações que não foram contempladas no projeto e inclusão de erros propositais para ver como o sistema irá se comportar.

Teste de Estresse

Muito usado para avaliar eficiência e alta disponibilidade, principalmente em sistemas mais complexos, o objetivo é carregar o sistemas com muitas condições de saturação e estresse de dados para ver como o sistema se comporta: memória insuficiente, recursos limitados, falha de energia, hardware no máximo de CPU ou carga máxima no banco de dados.

Começar os testes de software desde o início do ciclo de desenvolvimento de um sistema garante um menor número de erros no momento da entrega ao usuário final, assegurando não só a qualidade do software como agregando valor ao negócio. Iremos detalhar mais sobre outros tipos de testes nos próximos posts como os testes integrados, unitários e ponta a ponta. Fique ligado e assine nossa newsletter para saber mais sobre software testing.

Strategic Outsourcing como ferramenta de mudança

Para que uma empresa consiga atingir seus objetivos, aumente lucros e reduza custos, é preciso realizar uma gestão estratégica de recursos. Nesse contexto, Strategic Outsourcing pode ser uma importante ferramenta na implementação de mudanças práticas dentro da organização.

Se você ainda não está familiarizado com esse conceito, chegou ao lugar certo! Nesse artigo explicaremos o que é o outsourcing de infraestrutura de TI e como ele será fundamental para melhorar os resultados financeiros de sua empresa. Continue lendo e lembre-se de deixar um comentário ao final do artigo!

O que é outsourcing

Outsourcing é um termo da língua inglesa comumente traduzido para o português como terceirização. Aqui no blog já falamos sobre o conceito de outsourcing e o valor que ele pode gerar para o seu negócio, por isso nesse artigo focaremos em como ele pode mudar a realidade do seu negócio.

Foco em inovação

De acordo com o porte da empresa, a área de Tecnologia da Informação pode ser extremamente complexa, envolvendo um sem número de processos e aparatos tecnológicos fundamentais para que os colaboradores possam exercer suas funções amparados por um back office eficiente.

A terceirização permite que os gestores da área de TI foquem apenas no que é relevante, como a inovação. Dessa maneira o strategic outsourcing permite que eles invistam sua energia em soluções inteligentes, deixando que os problemas e desafios do dia a dia sejam solucionados por uma empresa especializada.

Velocidade de resposta

Outro ponto muito importante do strategic outsourcing é a capacidade de responder às demandas — internas e externas — com maior rapidez e eficiência. Vamos supor que a empresa acabou de fechar um grande contrato e precisará contratar muitos profissionais para diversas áreas.

Nesse contexto é fundamental que o setor de TI — e suas diversas áreas internas — estejam preparados para atender as demandas que surgirem. Desde as compras de hardware até a implementação dos softwares, contar com uma empresa terceirizada facilita a implementação e o controle desse processo.

Foco no resultado

Uma empresa terceirizada sabe que pode perder o contrato a qualquer momento para um concorrente. Nesse contexto, seu papel como gestor passa a ser avaliar os resultados gerados por ela a fim de definir se os resultados gerados são ou não satisfatórios para a organização como um todo.

Esse movimento mercadológico faz com que as empresas terceirizadas busquem mão de obra qualificada e, também, tragam técnicas, softwares e práticas inovadoras que seriam muito caras ou até mesmo inviáveis para um setor interno da empresa.

Gestão eficiente de equipe

O outsourcing de infraestrutura de TI permite, também, que se faça uma gestão eficiente das equipes, trazendo mais pessoas quando necessário e diminuindo o volume de trabalhadores quando a demanda não justifica uma equipe completa.

Além de baratear o processo, essa gestão é fundamental para que você consiga otimizar os recursos disponíveis ao longo do ano, prevendo custos e conseguindo conciliar os gastos com outras necessidades da empresa. Tal flexibilidade não existe no formato tradicional de contratação.

Continuidade dos projetos

Um problema muito comum nas empresas é a alta rotatividade de pessoal. Isso traz diversos prejuízos, como atraso na entrega de tarefas, grandes investimentos em recrutamento — com entrevistas e treinamentos — e uma eterna busca por mão de obra qualificada.

Uma empresa terceirizada é responsável por manter a continuidade dos projetos, independentemente dos custos com rotatividade e mão de obra. Além de garantir a entrega das tarefas, esse será um problema a menos para os gestores da área de TI resolverem, permitindo que foquem no que realmente importa.

E você, já investiu em strategic outsourcing? Compartilhe suas experiências com nossos leitores nos comentários!

Consultoria de TI: você realmente precisa de uma?

Já foi-se o tempo em que o setor de TI de uma empresa tinha como única responsabilidade garantir o bom funcionamento da internet, dos computadores e impressoras. Tudo mudou e, graças às novas evoluções tecnológicas, os profissionais dessa área passaram a assumir um papel mais estratégico nas organizações.

Existem diversos motivos que podem justificar a contratação de serviços de consultoria em TI. Dentre eles, é possível citar a implementação de novos sistemas, a identificação de gargalos na rede, a migração para a nuvem, e a lista pode seguir com muito mais possibilidades.

Continue lendo e entenda se você realmente precisa de uma consultoria em TI!

O que é a Consultoria em TI?

Os contratos de consultoria em TI funcionam, na maioria dos casos, de maneira contínua ou pontual. Isso difere bastante o escopo de trabalho, uma vez que no primeiro caso o consultor deve ter uma visão macro do negócio e participar ativamente de decisões estratégicas – como, por exemplo, o que fazer com o orçamento do setor.

Já nos contratos temporários, normalmente são resolvidos problemas específicos, como a migração de servidores para a nuvem ou mudanças no processo de gestão documental. Em ambos os casos, ter uma visão externa do negócio é fundamental para a tomada de decisão por parte dos gestores.

Confira algumas das situações quando contar com uma consultoria externa é recomendado:

Gap Analysis

Em tradução livre, o termo Gap Analysis quer dizer “Análise de Lacunas”. Ela envolve a comparação do desempenho real com o desempenho potencial ou desejado, seja da organização como um todo ou apenas do setor de TI.

Quando uma empresa não utiliza seus recursos da melhor maneira, ou deixa de investir em capital intelectual ou tecnologia, ela pode produzir bem abaixo seu potencial real. Por isso é importante contar com uma consultoria para detectar o problema e determinar ações para mudar essa realidade o quanto antes.

Projetos de Segurança

A cada dia, novas ameaças surgem no ambiente virtual. Para se ter uma ideia, apenas no primeiro semestre de 2017 o número de ataques em dispositivos Android aumentou mais de 180% em relação a todo o ano de 2016. Para evitar prejuízos e dores de cabeça é preciso estar preparado.

Seja na instalação de softwares de segurança, como FireWall e Antivírus, ou na criação de backup em nuvem, um serviço de consultoria de TI ajuda os gestores a encontrar as melhores soluções do mercado para a sua realidade e, claro, considerando o seu orçamento.

Treinamentos internos

Um consultor de TI também pode oferecer diversos treinamentos para os colaboradores. Boas práticas para melhorar a segurança da rede, utilização de novos softwares e até mesmo orientação sobre mudanças na maneira de lidar com os documentos cotidianos (gestão documental) podem ser possíveis temas.

Contar com um profissional externo para realizar esses treinamentos oferece mais credibilidade para as informações passadas e contribui para um melhor entendimento por parte dos colaboradores.

Existem muitos outros motivos que fazem um serviço de consultoria de TI fundamental para toda empresa que deseja crescer ou manter sua posição no mercado. Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco e converse com um técnico!

Ferramentas de teste de software: quais as melhores?

Tão importante quanto desenvolver um bom software é garantir que ele funcione perfeitamente e consiga cumprir o papel para o qual foi criado. Justamente por isso, a fase de testes se faz fundamental durante o desenvolvimento de uma nova aplicação.

Algumas técnicas e ferramentas de teste de software podem facilitar bastante esse processo, automatizando tarefas e barateando o custo de desenvolvimento. Confira abaixo a lista que preparamos com algumas das principais opções do mercado e lembre-se de deixar um comentário ao final do artigo com suas experiências.

1. Selenium

Essa é, sem dúvidas, uma das principais ferramentas de teste para novos softwares. Ela avalia a performance da aplicação em diferentes navegadores e plataformas, como Windows, Mac e Linux. Além disso, é compatível com muitas linguagens, como Java, PHP, C#, Python, Groovy, Ruby, dentre outras.

Atualmente o app passou a contar com uma API WebDriver. Com isso é possível conduzir avaliações em um navegador de forma nativa como um usuário ou em uma máquina remota usando o servidor Selenium. Vale conhecer a solução para saber se está adequada à sua realidade.

2. Testing-Whiz

A Testing Whiz é uma ferramenta de teste de software também bastante utilizada. Possui diversos pacotes: a edição Enterprise, por exemplo, possui soluções como testes de banco de dados, de API, de aplicativos para dispositivos móveis, dentre outros.

A plataforma possui outros diferenciais. Por exemplo, fazer testes baseados em palavras-chave, em dados e baseados em risco. Além disso, é possível integrar a solução com ferramentas de gerenciamento, como HP Quality Center.

3. TestComplete

TestComplete é uma plataforma funcional que oferece diversas soluções para automação de testes de software para desktop, web e aplicações mobile. Algumas das funcionalidades oferecidas pela plataforma, produzida pela empresa SmartBear Software, são:

  • Teste GUI
  • Suporte para scripts nas linguagens: JavaScript, Python, VBScript, JScript, DelphiScript, C ++ Script e C# Script
  • Visualizador de teste
  • Avaliação de scripts
  • Teste de gravação e reprodução

4. Telerik TestStudio

O Telerik TestStudio oferece uma solução para automatizar testes de aplicativos tanto de desktop, quanto web e para dispositivos móveis, incluindo avaliações de Interface de Usuário (UI), carga e desempenho, fundamentais para um software de qualidade.

A plataforma oferece suporte de linguagens de programação como HTML, AJAX, ASP.NET, JavaScript, Silverlight, WPF e MVC. Além disso, oferece integração com o Visual Basic Studio 2010 e 2012. Também é possível gravar e reproduzir os procedimentos, realizar testes manuais e fazer a integração com ferramentas de rastreamento de bugs.

5. WatiN

WatiN é uma ferramenta de código aberto desenvolvida em C# e que suporta testes de aplicativos na web para linguagens de programação .Net. É licenciado sob Apache 2.0 e possui os seguintes recursos:

  • Suporta testes de sites HTML e AJAX
  • Integração com ferramentas de teste de unidade
  • Automatização de testes do navegador no IE e no Firefox
  • Gera screenshots da página da Web
  • Suporte nativo para modelo de Página e Controle

A importância de contar com uma empresa especialista

Independente da ferramenta escolhida para realizar os testes, contar com uma empresa especializada fará toda a diferença na hora de entregar uma aplicação de qualidade para o seu cliente ou para disponibilizá-la para download pelo consumidor final.

Por isso, conte com a Logical Minds para acompanhar todo o processo e evitar problemas no futuro! Entre em contato agora com nosso time de especialistas e tire todas as suas dúvidas.

Qual é o papel do outsourcing de infraestrutura de TI?

Investir em infraestrutura de TI envolve a contratação de equipe especializada, aquisição de hardware, licenças e softwares, instrumentos e gestores para gerir o desempenho operacional, manutenção e atualização do parque de servidores e demais equipamentos e outras atividades que custam muito tempo e dinheiro e desviam a atenção ao que interessa: o core business.

Pensando nessas atividades, delegar a terceiros é sem dúvida a melhor forma de garantir uma infraestrutura adequada. Existem muitos benefícios nesta parceria e muitas responsabilidades também que as empresas de outsourcing de infraestrutura de TI precisam prover. Vejamos algumas:

Otimização operacional

Problemas cotidianos de uma TI tais como paradas inesperadas, panes nos equipamentos, lentidão na rede, manutenção de acessos, atualização de equipamentos e queda de links geram custos, principalmente se não houver um time especializado para resolver todas os problemas.

O outsourcing de infraestrutura de TI precisa otimizar não só a gestão como criar uma forma contratual de pagamento mensal fixo para cobrir todos os gastos. E você ganha em facilidades técnicas e ainda economiza dinheiro.

Segurança

As empresas de outsourcing de infraestrutura de TI precisam fornecer segurança de rede, manutenção dos dados, proteção contra hackers e vírus, garantir a disponibilidade do sistema e prover soluções. É necessário analisar qual é a forma mais eficiente à companhia, definindo também a infraestrutura dos dados: in house, na consultoria ou nas nuvens.

Escalabilidade

Acreditamos que todo negócio tem a perspectiva de crescimento e nada mais correto do que a terceirizada prover escalabilidade, que é a capacidade de provisionar e aumentar o crescimento dos sistemas e soluções. Essa questão também deve ser considerada ao realizar outsourcing de logística para a indústria, já que ajuda na expansão para outras regiões e a solução deve conseguir acompanhar essa evolução.

Produtividade

As consultorias de TI precisam contar com equipes de analistas e técnicos capazes de atuar com alta performance e flexibilidade a fim de reduzir o tempo de resposta a solicitações de usuários e demais tratativas de problemas. A agilidade nesse processo tem o objetivo de aumentar a produtividade e, consequentemente, o aumento na lucratividade e na qualidade do serviço.

Inovação

Além do compromisso em manter todo o parque de máquinas atualizado, o negócio principal do outsourcing de infraestrutura de TI é a própria tecnologia e, portanto, é o caminho natural buscar novas soluções e acompanhar as tendências do mercado. É possível estabelecer uma parceria de investimento constante em inovação, garantindo assim a evolução dos negócios para as duas empresas.

Economia de tempo

Permitir aos gestores que cuidem de assuntos de sua competência e expertise, como por exemplo, as tomadas de decisões críticas, aumento da produção e criação de novos produtos. Terceirizar os ativos e os serviços de infraestrutura de TI significa deixar sob a responsabilidade de quem entende, e deixar os gestores somente como facilitadores da gestão através do SLA definida.

Tenha sempre em mente que o outsourcing de infraestrutura de TI precisa ser uma decisão estratégica e a chave do sucesso é ter as ferramentas adequadas e as pessoas certas no lugar certo para gerenciar eficazmente os serviços de infraestrutura e logística.

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