5 sintomas de que sua empresa precisa entrar na Era Digital agora mesmo

5 sintomas de que a sua empresa precisa entrar na Era Digital agora mesmo

Se você chegou até este post, é bem provável que seja mais uma das pessoas que ainda resiste contra a ideia de fazer com que a própria empresa viva uma transformação digital. Saiba que essa resistência é compreensível, afinal, mudar é sempre um desafio.

Continuar postergando essa mudança, porém, pode colocar em risco anos de trabalho e o sucesso de um negócio. Quer saber se esse é o seu caso? A seguir, apresentamos 5 sintomas de que sua empresa precisa entrar na Era Digital e, ainda, damos dicas de como digitalizar a empresa e conquistar o mercado. Acompanhe!

#1. Uso intenso de papel

Se todas as atividades da sua empresa são agendadas e documentadas em papel, você e seus colaboradores provavelmente já viveram atrasos e outros problemas em razão da dificuldade em organizar ou encontrar alguma informação importante, por exemplo.

Mais do que uma “dor de cabeça” no dia a dia de trabalho, esse uso intenso de papel pode atrasar processos e, até mesmo, representar um gasto desnecessário com a compra do material e com o uso de estruturas para arquivo.

#2. Dependência de controles manuais

Se, ao questionar o que é uma empresa digital, você logo pensa naquelas que já substituíram o uso do papel pelos tradicionais programas de computador, você ainda não chegou à resposta certa!

Para entrar de vez na Era Digital, é preciso ir além e buscar soluções tecnológicas que reduzam o tempo gasto com planilhas e programas de controle manual.

A transformação digital passa, por exemplo, em contar com softwares personalizados e intuitivos, que permitam a atualização automática e em tempo real dos dados relativos às atividades da empresa.

#3. Lentidão dos processos internos

Softwares de automação, aqueles utilizados para otimizar processos e reduzir o tempo e o esforço gasto em tarefas burocráticas do negócio estão entre as soluções tecnológicas mais populares entre as empresas.

Não aderir ao uso dessa tecnologia promove a lentidão e compromete a produtividade de uma empresa. E isso, consequentemente, torna cada vez mais difícil a conquista de resultados mais consistentes.

Assim, uma das dicas de como digitalizar a empresa é procurar não apenas por um software de automação, mas por um que possa ser customizado ou, até mesmo, desenvolvido sob medida para atender à necessidades específicas do seu negócio.

#4. Dificuldade em acompanhar o mercado

Se a sua empresa não ainda não chegou à Era Digital, lembre-se de que essa mesma Era Digital já é realidade para o mercado e pode também ser realidade para muitos de seus concorrentes.

Dessa forma, mesmo mantendo um nível de excelência em sua rotina, pode ser que uma empresa não digital não consiga acompanhar a evolução do mercado e se manter relevante para se destacar e vencer a concorrência.

#5. Uso de software local

Você pode até pensar que o uso de software local, um exemplo claro de tecnologia, pode definir o que é uma empresa digital. Mas não é bem assim!

Nos dias de hoje, softwares in house já podem ser substituídos por softwares em nuvem, uma tecnologia ainda mais avançada e que oferece ainda mais vantagens para as empresas.

Em geral, as soluções em nuvem são customizáveis e flexíveis, podendo ser adaptadas tanto às necessidades quanto às possibilidades (ao orçamento) de cada negócio.

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Carteiras digitais ganham espaço em meios de pagamento eletrônicos

Carteiras Digitais ganham espaço em meios de pagamento eletrônico

As carteiras digitais já existem há algum tempo, mas se tornaram mais populares recentemente e, cada vez mais, ganham espaço em meios de pagamento eletrônico. Ainda não sabe do que se trata? Tudo bem, te explicaremos tudo neste post!

Ao longo da leitura, você vai entender o que é carteira digital, como usá-la, saber se é segura e, ainda, descobrir porque essa solução está ganhando espaço e conquistando clientes e lojistas. Acompanhe!

O que é carteira digital

Como o termo indica e você já deve ter deduzido, a carteira digital é uma solução eletrônica, virtual, criada para substituir a carteira física tradicional. Na prática, isso significa uma alternativa para que as pessoas não precisem mais sair de casa carregando notas de dinheiro, cartões de crédito ou débito.

Assim, a carteira digital armazena em dispositivos móveis (como o smartphones) informações pessoais e financeiras que permitem que as operações sejam realizadas de forma ainda mais rápida e simples.

A solução também pode servir para o armazenamento de ingressos ou bilhetes para eventos (como cinema, teatro e shows) e de passagens para o transporte público. Além de serviços exclusivos, como programas de fidelidade, criado especialmente pelas empresas.

Como funciona e como usar carteira digital

A resposta para como usar carteira digital varia de acordo com o sistema escolhido. No geral, porém, as três opções de uso possíveis demandam cadastro prévio e, ainda, que tanto o cliente quanto a empresa estejam aptos a utilizar esse meio de pagamento eletrônico.

 

Uma das formas de utilização da carteira digital é por meio de serviços de pagamento online, como o PayPal. Por meio deles, clientes podem realizar pagamentos a lojas ou empresas sem precisar informar novamente seus dados pessoais ou bancários.

A outra é via NFC (Near Field Communication). Essa tecnologia permite a transmissão de dados entre dispositivos que sejam posicionados próximos um dos outros. Assim, o cliente pode aproximar o seu smartphone do equipamento do estabelecimento comercial em que se encontra e pronto, a transação é feita.

Por fim, há também a possibilidade de usar a carteira digital para realizar pagamentos com bitcoins (moeda virtual ou criptomoeda).

A carteira digital é segura?

Seguindo a ideia de que a carteira digital existe para eliminar ou reduzir a necessidade de sair de casa levando quantias em dinheiro vivo ou cartões físicos, é possível deduzir que a carteira digital é segura.

Porém, é também comum questionar se essas transações realizadas em ambiente virtual também não estão sujeitas a golpes ou a gerar qualquer tipo de prejuízo.

Portanto, vale saber que as companhias de e-wallet (aquelas que desenvolvem e oferecem a tecnologia) apostam na criptografia de dados, aumentando a segurança e tornando muito difícil problemas relacionados à invasão de contas ou fraude, por exemplo.

Porque essa solução é cada vez mais popular (e porque vale a pena usar)

Segurança e praticidade estão entre os fatores de destaque para a popularização do uso das carteiras digitais. E isso vale tanto para quem paga quanto para quem recebe por meio da solução.

 

A carteira digital permite que lojas e empresas ofereçam mais opções de pagamento aos clientes, favorecendo o aumento das compras e contratações. Enquanto, para os clientes, toda essa facilidade evita preocupações relacionadas à segurança e a outras complicações como o esquecimento dos cartões em casa.

Você já pensou em oferecer essa facilidade aos seus clientes? Converse conosco!

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Gateways x intermediadores de pagamento: descubra os prós e contras de cada um

Você está em dúvida quanto à escolha do meio de pagamento ideal para o seu e-commerce? Esse é um dilema comum para quem precisa encontrar a melhor solução para realizar as transações relativas às vendas feitas, de forma prática, segura e, claro, econômica.

Para te ajudar, fizemos este post explicando o que é gateway de pagamento e o que é intermediador de pagamento. Assim, você vai conhecer melhor esses sistemas de pagamento online, entender suas vantagens e desvantagens para, então, decidir qual a solução para o seu negócio. Vamos lá?

O que é gateway de pagamento, os seus prós e contras

Uma maneira simples de entender o que é gateway de pagamento é considerar que se trata de uma solução que funciona como um terminal (ou maquininha) de cartão de crédito.

Isso significa que o gateway garante que os dados dos cartões dos clientes sejam transmitidos de forma segura, através da criptografia, e permite que os valores pagos sejam transferidos direta e integralmente para a conta da sua loja. Ainda, a confirmação da transação é imediata.

O gateway não demanda que o seu cliente seja redirecionado a outra plataforma para a realização do pagamento porque pode ser integrado ao sistema da própria loja.

Além disso, permite personalizações para que a loja possa oferecer opções de parcelamento ou, por exemplo, para que o cliente possa pagar utilizando cartões de fora do país. Tudo isso pode contar como pontos positivos.

Vale saber, ainda, que uma solução de gateway demanda que você negocie um contrato com cada operadora de cartão de crédito. Isso pode ser entendido como um ponto contra, em função do trabalho envolvido. E pode ser entendido como um ponto positivo, já que abre espaço para que você negocie as taxas junto às operadoras e ao banco.

O que é intermediador de pagamento, os seus prós e contras

Quando um e-commerce opta por contar com um serviço de intermediador de pagamento, é esse intermediador que faz a conexão e a transmissão dos dados do cartão dos clientes para o recebimento do valor referente à compra.

A principal vantagem está associada à facilidade que essa solução oferece, uma vez que você precisa se preocupar apenas com o contrato firmado com os intermediadores, enquanto eles fazem a própria negociação para aceitar diferentes cartões de crédito e débito dos principais bancos. A desvantagem é que isso faz com que as taxas dessa solução sejam mais altas para você do que aquelas acordadas em um sistema de gateway.

Além disso, ao contar com intermediadores, seu cliente é redirecionado a uma outra plataforma, fora do seu e-commerce, para concluir a compra. Não raro, clientes acabam abandonando o carrinho por não gostarem desse sistema. E, quando a compra é concluída, o tempo de análise e aprovação da transação é maior, o que pode prejudicar a logística e aumentar seus prazos de entrega.

Gateway x intermediador: qual a solução ideal?

Agora que você sabe o que é gateway e o que é intermediador de pagamento, já tem um embasamento para descobrir qual dos sistemas de pagamento online é o ideal para o seu negócio.

Vale saber, ainda, que cada e-commerce tem características e demandas próprias que direcionam essa decisão.

No geral, porém, fatores como a permanência do cliente no site da loja para a realização do pagamento e a possibilidade de personalização da solução fazem com que o gateway de pagamento seja a opção mais promissora, sobretudo para acompanhar o crescimento do e-commerce e gerar resultados mais sólidos também em longo prazo.

Você acha que um gateway de pagamento personalizado é a solução certa para o seu e-commerce? Entre em contato conosco, podemos te ajudar!

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O que os CIOs estão falando sobre a transformação digital?

Recursos digitais já permeiam todas as empresas, das micro às multinacionais. No entanto, apenas 4% delas extrai todo o potencial da tecnologia para remodelar negócios, reduzir tarefas repetitivas e acelerar a produtividade.

Na contramão desse cenário, estima-se que os efeitos da transformação digital sejam capazes de gerar uma economia de recursos de 30% a 200% apenas no primeiro ano de implementação das mudanças, algo que poderia alavancar a competitividade de centenas de empresas que se veem estagnadas por processos burocráticos e pouco ágeis.

E o que os CIOs (Chief Information Officers) pensam a respeito?

A transformação digital veio para aprimorar a experiência do cliente

Segundo a PwC, 82% dos executivos de TI acreditam que o papel principal da transformação digital é proporcionar melhores experiências aos consumidores. Isso porque o consumidor atual está cada dia mais exigente na hora de se relacionar com uma marca.

Assim, investimentos em comunicação omnichannel, plataformas colaborativas, recursos de autoatendimento e ferramentas de análise de dados passam a figurar como essenciais na estratégia das organizações, visando sempre conhecer melhor o consumidor e oferecer uma experiência única junto à empresa.

Análise de dados é vital para a transformação digital

Outro pensamento que é unanimidade entre os CIOs é a necessidade de se investir cada vez mais em análise de dados. Uma empresa que não monitora seu desempenho on e off-line, perde chances reais de se destacar no mercado e posicionar-se de maneira mais competitiva.

Por meio do data analytics, é possível otimizar estoques, reduzir custos logísticos, melhorar a performance de vendas, segmentar e personalizar o marketing e ainda descobrir melhores formas de gerenciar as finanças para que haja maior lucratividade.

O que deve ser observado para lograr esses resultados é o uso de tecnologias que permitam coletar, processar, analisar e armazenar dados de fontes diversas, além da capacidade de extrair insights que sirvam para orientar a tomada de decisão.

Outsourcing de TI é fundamental para a transformação digital

A maior preocupação das empresas tem sido a falta de know-how interno para promover as mudanças necessárias para adentrar a transformação digital de uma vez por todas.

Mas quem já está no caminho afirma que a terceirização dos serviços de TI é a melhor forma de aproveitar as consequências da transformação digital, segundo dados da Forrester e Accenture.

O relatório Digital Transformation In The Age Of The Customer revela que 88% das empresas estão usando ao menos um fornecedor de soluções para promover a transformação digital no ambiente corporativo.

A vantagem dessa decisão é ter uma equipe altamente qualificada à disposição sem necessariamente ter que criar um setor de Tecnologia da Informação ou mobilizar a equipe interna para as mudanças necessárias.

Além disso, um olhar externo permite identificar falhas, corrigir processos e tornar a companhia ainda mais ágil e eficiente, o que se reflete em uma melhor experiência tanto de clientes quanto de colaboradores junto à marca.

E você, já está pronto para as consequências da transformação digital? Assine nossa newsletter e receba em primeira mão o e-book Transformação Digital: como se preparar para ela!

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Pagamentos eletrônicos: saiba quais são suas opções!

Entre todas as plataformas existentes no mercado, uma vai ser a ideal para a sua realidade! Confira as opções nesse artigo!

A internet facilitou (e muito) a nossa vida. Um bom exemplo disso são as inúmeras formas de pagamento eletrônico existentes, que ajudam tanto os consumidores — que têm mais opções para pagar — quanto os vendedores, que passam a vender mais graças às ferramentas disponíveis no mercado.

No artigo de hoje você vai entender quais são as principais formas de pagamento on-line, tanto brasileiras quanto estrangeiras, as vantagens e benefícios de cada uma delas. Continue a leitura!

Boletos Bancários

O mercado brasileiro está muito acostumado a algumas formas de pagamento tradicionais, como os famosos boletos bancários. Apesar de terem um tempo de compensação maior (pode chegar a três dias até o banco confirmar o pagamento), esse formato permite que o consumidor tenha mais liberdade, uma vez que independe de conta bancária ou cartão de crédito.

Oferecer a possibilidade de os seus clientes pagarem pelo produto ou serviço prestado através de boleto bancário auxilia (e muito) as vendas. Além de facilitar a vida dos consumidores, também demonstra que a sua empresa está preparada para atendê-los. De qualquer maneira, pela demora de compensação e possível gasto para a sua empresa, essa não deve ser a principal forma de pagamento.

Cartões de crédito

Outra forma tradicional amplamente explorada nos e-commerces brasileiros são os cartões de crédito. Nesse caso o pagamento é compensado na hora, a compra confirmada e o recebimento assegurado pela instituição financeira. Seu ponto negativo são os altos custos, como taxas e juros.

Além de ser a forma de pagamento on-line mais utilizada pelos brasileiros, o cartão de crédito oferece outras vantagens para você. A principal delas é que os dados ficam armazenados em seu banco de dados, permitindo que as próximas compras do cliente sejam efetuadas com poucos cliques.

Todavia, atenção! É muito importante que você invista na segurança do seu e-commerce, colocando certificados e barreiras para que hackers e softwares maliciosos não roubem as informações de seus clientes. Isso poderia representar um problema gigantesco para sua marca.

Plataformas de pagamento on-line

A popularização das compras pela internet fez surgir diversas plataformas que atuam como intermediárias entre vendedores e compradores no ambiente virtual. Além de oferecer toda a infraestrutura necessária para isso, elas possuem (em sua maioria) uma interface simples, facilitando muito o seu uso.

Apesar de oferecerem toda a infraestrutura pronta para que você feche suas vendas, as plataformas de pagamento on-line podem ter custos altos, necessitar de suporte técnico (como os gateways) e gerar a desconfiança dos clientes menos informados.

Nesse contexto, contar com uma plataforma própria pode eliminar esses intermediários, contribuindo consideravelmente para o aumento do seu faturamento e uma gestão mais eficiente dos dados dos seus clientes.

E você, já decidiu qual é o melhor meios de pagamento eletrônico para a sua realidade? Assine nossa newsletter e aprenda também quais as diferenças entre gateways e intermediadores de pagamentos!

Saiba a diferença entre Teste, Validação e Verificação de Software

Testar um software antes que ele seja entregue ao cliente, ou disponibilizado ao consumidor final, é fundamental para que ele apresente o mínimo possível de falhas e problemas. Além disso, essa fase é crucial para verificar se ele realmente cumpre o papel para o qual foi desenvolvido.

Ao longo desse artigo você entenderá a importância dos processos de validação, teste e verificação de software. Além disso, você entenderá porque é vital realizar um teste de segurança de software sempre que possível. Continue lendo e lembre-se que nossa equipe está à disposição para tirar todas as suas dúvidas!

Validação (o software é adequado?)

Durante o processo de validação, os engenheiros de software devem entender se as especificações do que foi desenvolvido — seja de uma fase ou do sistema como um todo — são apropriadas e seguem os pré-requisitos estabelecidos durante o planejamento.

Entender se o produto realmente é capaz de atender às expectativas do cliente é o principal objetivo do processo de validação. Para que você entenda melhor, responda à pergunta: “Estamos construindo o produto certo?”. A busca por essa conclusão resume bem o processo.

Verificação (o software foi feito da forma correta?)

Existem diversas maneiras, metodologias, processos e linguagens de programação para se construir um software. Assim como no tópico anterior, nesse caso também podemos utilizar uma pergunta para entender melhor o processo de verificação de software: “estamos construindo o produto de forma correta?”

De maneira simples, a verificação consiste em avaliar se existem falhas e problemas com o software (seja no código, nas funcionalidades, interface, dentre muitos outros detalhes) antes que ele seja entregue ao cliente ou disponibilizado para o público final.

Validação e Verificação (V&V)

Quando juntamos os dois conceitos de Validação e Verificação de Software é possível avaliar se ele atende à demanda que o fez necessário em primeiro lugar e, posteriormente, se ele foi construído corretamente, sem apresentar falhas, problemas e possíveis bugs.

Para isso são realizados, dentre outras tarefas, a revisão dos requisitos, de modelos, inspeção do código e outras revisões e inspeções técnicas em geral. Uma vez que os processos de V&V estejam validados é possível passar para a parte final do desenvolvimento de um software: os testes.

Testes

O teste de segurança software é o momento em que o produto é executado (por isso a necessidade de uma versão beta) para que os engenheiros possam avaliar como será a interação do programa com o consumidor final.

Dentre os principais modelos de teste de software podemos destacar seis principais:

  • Teste Unitário – analisa as menores unidades possíveis de um software para garantir que cada parte funciona como deve;
  • Teste de integração – confere se todas (ou algumas) partes estão dialogando e funcionando corretamente em conjunto;
  • Teste de sistemas – avalia se o sistema atende aos pré-requisitos estabelecidos na concepção do projeto;
  • Teste de aceitação – esse é, normalmente, o último teste realizado e tem como premissa verificar se o software está perfeito para uso pelo consumidor final;
  • Homologação – esse processo é feito pelo cliente ou outras partes interessadas e visa garantir, uma vez mais, que o programa atende às especificidades e funciona perfeitamente;
  • Teste de regressão – garante que novos componentes de um software dialoguem sem falhas com os antigos. Fundamental para novas versões.

Ficou com alguma dúvida sobre os processos de verificação, validação e testes de um software? Entre em contato com nosso time de especialistas. Ficaremos muito felizes em atendê-lo.

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Quais são os principais tipos de testes de software?

Realizar testes de software é uma arma poderosa para avaliar a qualidade de um sistema e tem inúmeros benefícios. Detectar o máximo de erros possível e, claro, corrigi-los, é uma tarefa complicada.

Para ajudar, existem diversas técnicas e mais de 100 tipos de testes definidos para se realizar um teste de software. Cada aplicação ou momento do ciclo de vida do software permite um grupo de determinados tipos de teste de software.

Nós vamos detalhar aqui os mais utilizados, que são os testes unitários, testes integrados e testes ponta a ponta. Confira!

1. Testes Unitários

Deve ser realizado quando for validado somente um componente ou módulo de software, isoladamente, determinando se o resultado obtido está de acordo com o especificado, geralmente simulando as dependências que uma unidade possui.

Essa unidade é definida como um componente de software que não pode ser dividido e são indicados para medição de estruturas internas, de segurança e de funcionalidade.

Como requer um conhecimento detalhado do código do programa, é feito pelo programador, que também pode desenvolver módulos para direcionar o teste, realizando a automação de testes de software.

2. Testes de Integração

Têm por objetivo encontrar falhas de integração entre as unidades, e não mais em testar as funcionalidades isoladas da mesma. Esse processo deve avaliar a cooperação e a interação do software com outras aplicações, sejam internas ou externas.

Os módulos verificados podem ser módulos de código, aplicativos individuais, conexões, entre outros. O teste pode ser automatizado, mas o analista de testes é quem costuma realizar a homologação nesta fase.

Para ilustrar uma integração entre duas partes do sistema, imagine um componente web que exibe informações do cliente em uma página através de um banco de dados, onde a página e seu componente é uma parte do sistema (código e tela) e o banco de dados, uma fonte externa que precisa ser acessada para que as informações apareçam na tela corretamente. Os testes se aplicam, portanto, nos testes de interface e testes de dependências entre os componentes.

É fundamental desenvolver o documento de Casos de Teste de forma abrangente, com as interações possíveis, possibilitando descobrir todas as falhas no software.

3. Testes de ponta a ponta

São testes que validam todo tipo de comportamento possível dentro da aplicação, simulando a atividade do usuário final em um laboratório ou ambiente de homologação idêntico ao do ambiente de produção.

Esse ambiente precisa estar em uma situação que imite o uso do mundo real, como interagir com um banco de dados com informações reais, usar comunicações de rede, interagir com outros aplicativos, sistemas ou hardware, se necessário.

As categorias de testes aplicáveis são: testes funcionais e testes não funcionais, instalação, performance, recuperação, stress e carga. Apesar de sua complexidade, já existem ferramentas para realizar os testes de software de forma automatizada.

A homologação precisa verificar se o projeto está de acordo com o especificado e contemplar no Caso de Testes todas as funcionalidades: as regras de negócio, comportamento do sistema, interface gráfica (GUI), eventos batch e demais definições específicas.

Cada empresa pode adotar um método diferente para seus projetos e inclusive utilizar somente um, ou todos. Entretanto é recomendável e bastante adotado o uso desses 3 tipos nos diferentes momentos da homologação. Uma sugestão um pouco controversa da Google é que se faça sempre uma divisão de 70/20/10: 70% de testes unitários; 20% de testes de integração e 10% de testes de ponta a ponta.

Para uma breve comparação, o teste de unidade é bastante fácil de ser testado e pode ser automatizado, mas não é um teste que consegue ver a integração e muitos erros podem passar despercebidos. Já o teste de ponta a ponta faz uma simulação real e é possível encontrar muitas situações de erro, porém é mais difícil detectar o local exato do problema e sua documentação precisa ser muito mais detalhada, o que pode causar atrasos na entrega do projeto e deve ser feito com muita agilidade.

Apresentamos aqui os 3 tipos de testes de software mais importantes, salientando que quando são bem executados viram ótimas ferramentas para apontar falhas cometidas no desenvolvimento, diminuir os custos de retrabalho pós-implantação, avaliar os critérios de performance, qualidade, estabilidade e, principalmente, aumentar a confiança do cliente para o produto final.

Você usa outros tipos de testes de software? Compartilhe nas redes sociais e comente!

Como fazer gap analysis em 4 passos

A técnica de análise de GAP permite identificar as diferenças entre o estado atual de um projeto já existente e a performance que se pretende alcançar ao final desse projeto. Essa análise pode ser feita para absolutamente qualquer atividade, projeto, departamento, processo, direção de negócios ou tecnologia, que esteja passando por uma nova implantação, melhoria ou renovação onde seja necessário comparar, quantificar e qualificar para que sejam tomadas as ações necessárias para chegar ao resultado esperado.

Complicado? Só parece. Vamos mostrar agora um passo a passo de como fazer gap analysis, usando um exemplo simples.

1. Descreva o cenário atual

Desenhe como é o cenário atual do seu projeto, fazendo a descrição detalhada dos processos existentes e das áreas envolvidas; descreva também os processos e as áreas que não estão sendo investigadas. Isso é muito importante pois evita o famoso “escopo do escopo” e é preciso ser objetivo e focado.

Exemplo: Vamos investigar a satisfação do cliente quando os produtos defeituosos são devolvidos na garantia. Não iremos considerar a satisfação do cliente fora da garantia, nem a satisfação dos clientes no ponto de venda.

2. Identifique as melhorias

Dentro do cenário atual que você desenhou, identifique todos os pontos de melhoria.

Exemplo:

Taxa de satisfação do cliente: a porcentagem de clientes satisfeitos com o serviço que recebem – não existe métrica atual.

Tempo de Reparo: o tempo total necessário para reparar o produto defeituoso e devolvê-lo ao cliente – 16 dias.

3. Determine as metas

Agora que identificamos quais são as áreas específicas que precisam ser melhoradas, estabeleça as metas para cada setor, visando o planejamento estratégico da empresa: deve-se interpretar qual a visão, a missão, a própria estratégia da organização, bem como perspectivar qual o posicionamento desejado e determinar em quanto tempo se quer alcançar a meta do projeto. Este é melhor momento para envolver todas as áreas, fazer brainstorms e sair com o cenário esperado para o projeto.

Considere sempre: Onde estamos? Onde queremos estar? Como é que vamos chegar lá? Quando é que vamos chegar lá?

Seguindo com o exemplo:

Objetivo quantitativo: tempo de Reparo esperado – 12 dias

Objetivo qualitativo: taxa de satisfação do cliente esperada – 80%

Objetivo comparativo: Fazer o benchmark com as empresas concorrentes ou as melhores práticas do mercado.

           Tempo para preencher o Gap: 6 meses.

4. Determine o plano de ação

Agora vamos descrever tudo o que será feito para que o gap seja preenchido e o objetivo seja atingido, ou seja: o que vamos fazer para chegar aonde queremos estar.

  • É necessário encontrar quais são as principais causas que criam o gap; apurar principais causas da divergência de desempenho;
  • Verificar o comportamento dos recursos humanos no processo;
  • Verificar a necessidade de desenvolvimento de sistemas ou de novos processos;
  • Prever o que pode acontecer se não for feito nada (Worst case scenario);
  • contemplar planos alternativos e de contingência (scenario planning / scenario analysis).

No nosso exemplo, para chegar ao resultado esperado em 6 meses, seria necessário implementar:

  1. Desenvolvimento de sistema para medir a satisfação atual do cliente.
  2. Desenvolvimento de sistema para controle de Manutenção.
  3. Treinar pessoal para usar os novos sistemas.

Agora que você já sabe como fazer gap analysis, ficará bem mais fácil cuidar dos negócios. Fique sempre atualizado e aprenda mais: assine a nossa newsletter!

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O que é computação móvel e como você pode fazer uso dessa tecnologia?

A computação móvel é um termo popular e pode ser definida como o acesso à informação em qualquer lugar, a qualquer momento e com qualquer equipamento. Porém, temos também a computação pervasiva, que é o acesso à informação distribuída no ambiente de forma imperceptível e perceptível ao usuário. Explicando: é algo invisível a olho nu, mas sabe-se que a computação está presente no local.

A fusão dessas duas tecnologias resulta na computação ubíqua, que é a integração da mobilidade com a presença distribuída, imperceptível, inteligente e altamente integrada de computadores e suas aplicações. Neste post, vamos falar da computação ubíqua, mas, como já dissemos, o termo que já está popularizado e muito em breve ficará unificado tecnicamente será Computação Móvel.

O avanço da tecnologia de armazenamento na nuvem, a redução de custo do hardware, a expansão da telefonia celular (WAN sem fio) e em redes Wi-Fi (LAN sem fio) permitiu que praticamente todas as áreas de negócios e serviços utilizem os sistemas mobile e seus mais diversos dispositivos: tablet, smartphones, PDV, contactless, aparelhos IoT (Internet das Coisas) e Wearables. Esses aplicativos e dispositivos estão se aprimorando a cada dia e vamos ver agora onde essa tecnologia já está sendo utilizada.

Indústria

Projeto Crema

Criado com o objetivo de integrar cloud computing na indústria, já possui diversas aplicações em produção. Uma delas é utilizada pela GOIZPER, principal fabricante de freio de embreagem na Espanha. As máquinas foram automatizadas para monitorar o desempenho da produção e suas linhas de processo, além de analisar possíveis problemas de negócios. São alarmes inteligentes definidos pela equipe de engenharia que realiza análises para calcular os KPIs relacionados ao freio da embreagem e sinaliza a área em caso de problemas.

Inovações na Saúde

Vein Finder

Um sistema para localizar via infravermelho as veias e vasos difíceis de identificar a olho nu. O aparelho portátil permite que o operador trabalhe com as mãos livres, bastando aproximá-lo a 30 cm da pele. Fabricado no Brasil, o método não invasivo oferece imagens em tempo real e permite documentação de imagens, dados do paciente, além de observações em PDF.

Embrace Watch

Indo na onda dos wearables, que são dispositivos que podem ser utilizados como peças do vestuário como óculos, relógios ou camisas, surgiu o Embrace, um relógio bem bonito, elegante e fácil de usar, mas que antes disso tem uma função primordial na vida de muitas pessoas: ele pode detectar um ataque epiléptico ou uma convulsão e pedir socorro imediato.

Sistemas mobile no Ensino

Mobile Maths

Desenvolvido pela Mobile-Science, é um sistema para ensino de matemática via mobile. Também plota gráficos de funções 2D e 3D, faz cálculos estatísticos, polinomiais, matriciais, integrais, derivadas.

As aplicações da computação móvel hoje se tornaram onipresentes e abrangentes ao consumidor, nas empresas, nas vendas, na indústria, na saúde, na segurança, no entretenimento e em muitas outras atividades especializadas de mercado vertical.

Fique por dentro também dos sistemas mobile na área de vendas e baixe o e-book que aprofunda a importância dos aplicativos mobile para o seu negócio!

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Terceirização de sistemas: redução de custos ou estratégia?

Todas as grandes empresas com representatividade em seus segmentos realizam há muitos anos o outsourcing, principalmente na área de TI. Este formato de administração está se tornando prática corriqueira em pequenas e médias empresas também, e está se espalhando para outras áreas como telecom, marketing, engenharia e judicial.

Embora muitos digam que a maior motivação é a redução de custos, na realidade a preocupação maior dos empresários é manter a visão dos seus funcionários concentrada no core business. O que causa esse entendimento cruzado é que a maioria dos benefícios gerados pelo outsourcing também culminam na redução de custos, mas não é o foco principal. Vamos explicar:

Gestão Operacional – Outsourcing de Infraestrutura de TI

Ao fazer o outsourcing de infraestrutura de TI, não se ganha somente em gastos, mas na simplificação e agilidade dos processos operacionais e a tranquilidade em deixar nas mãos dos especialistas, que irão cuidar diariamente de processos difíceis e morosos como Service Desk, manutenção, operabilidade e backup de servidores, inventariado e aquisição do parque de máquinas, servidores e demais equipamentos da empresa.

Projetos de TI – Conhecimento e Cultura da empresa

Um dos maiores benefícios na terceirização de projetos e processos de sistemas é a aprimoração do conhecimento que se adquire por convivência entre os funcionários e os terceirizados. Sua empresa ganha tempo e dinheiro ao não precisar treinar os funcionários internos, e também há a possibilidade de utilizar os terceirizados para atuarem como multiplicadores de conhecimento.

Se isso estiver proposto no contrato de outsourcing todos ganham e aprendem mais – e sua empresa ainda ganha maior autoridade no mercado. Sim, também temos problemas negativos com esse convívio, mas o RH deve sempre ser envolvido, pois pode e deve promover a sinergia entre funcionários e colaboradores.

Recursos humanos

A área de RH tem muita dificuldade em encontrar e atrair bons candidatos, principalmente se a sua empresa não tem como foco a expertise em TI. Também não tem muito sentido encontrar, contratar e treinar um funcionário para projetos temporários, por exemplo. E, se o especialista não estiver de acordo com o perfil da sua empresa, é fácil trocar o recurso com a empresa terceirizada.

Afinal, quando se faz um contrato de outsourcing, a sua empresa não tem responsabilidade direta com os recursos, e a responsabilidade trabalhista fica a cargo da terceirizada.

Gestão de Projetos

Comecemos com um exemplo: uma grande empresa de telefonia móvel precisa implantar o sistema 4G no Brasil. Faltam torres de celular para que a cobertura seja completa. A empresa então faz um contrato de outsourcing para que toda a gestão da Engenharia Civil, do processo de Acquisition até a construção em si ou negociação das torres com outras operadoras. O foco da empresa não é construir torres, mas é uma parte crucial do negócio.

Ao realizar um grande projeto como este exemplo ou se você está pensando em terceirizar seu departamento de logística, é importante que a empresa seja uma expert no assunto e que a sua empresa monitore de perto todo o processo para, para garantir sucesso na empreitada.

Mas o que se ganha realmente aqui? Seus empregados continuam no seu foco principal, sem sobrecarga de atividades e sem precisar contratar uma equipe completa de especialistas das mais diversas áreas. Como seu negócio não parou, seu ROI só aumentou, principalmente após a implantação do projeto.

Um contrato de outsourcing deve ser tratado como uma ferramenta de gestão, onde a redução de custo seja algo embutido na estratégia geral da empresa, nunca o único benefício.

Por isso, faça um bom planejamento dos projetos e contrate uma empresa séria e competente para realizar seus projetos ou serviços enquanto você foca no seu core business! Gostou das informações? Então compartilhe este post em suas mídias sociais!