App mobile para iOS ou Android? Informe-se antes de decidir

Está pensando em apostar em um app próprio, mas não sabe qual sistema operacional é o mais indicado? iOS e Android são os mais utilizados no mundo mobile. Confira no post as características e vantagens de cada um para fazer sua escolha!

 

A decisão de ter um app mobile próprio é cada vez mais comum para empresas. Além das funcionalidades desejadas, uma dúvida que surge ao se contratar um parceiro de desenvolvimento de software é a escolha do sistema operacional ideal.

 

iOS e Android são os sistemas mais utilizados no universo dos dispositivos móveis. Para definir por qual sistema começar, você precisa conhecer melhor as características de cada um, suas diferenças e vantagens. Continue a leitura para saber mais!

 

Público e mercado

Entender para quem seu aplicativo se destina ajudará na decisão da escolha do sistema operacional correto. É interessante entender que o uso do iOS e do Android tem relação inclusive com o objetivos que se deseja alcançar no mercado.

 

A saber, os usuários do iOS possuem níveis mais elevados de escolaridade e renda. E isso significa que tendem a ser mais dispostos a pagar pelo app mobile ou por funcionalidades exclusivas. Além disso, o iOS é o sistema mais usado em tablets, que costumam ser muito usados em meio corporativo.

 

Por sua vez, o Android é o sistema operacional com maior número de usuários em todo o mundo, o que destaca o seu amplo alcance. Seu uso é predominante, sobretudo em países ou em grupos de menor poder aquisitivo, o que reduz o engajamento dos usuários em comparação o iOS.

 

Hardware

O iOS acompanha a conhecida “exclusividade” da Apple. Por isso, demanda que o desenvolvedor do app mobile tenha um equipamento compatível, ou seja, um Mac para realizar o projeto.

 

Enquanto isso, um dos motivos para a maior popularidade do Android é justamente o fato de possuir um hardware mais acessível. Isso impacta desde a empresa de desenvolvimento de software, uma vez que a criação do app pode ser iniciada em qualquer tipo de hardware.

 

Tempo de desenvolvimento e alcance

Em geral, o tempo de desenvolvimento e entrega do app para iOS é mais rápido. O sistema da Apple tem facilidades para que os usuários atualizem com rapidez seus dispositivos para novas versões, o que ajuda a manter o alcance do app mobile independente da versão.

 

Por sua vez, o desenvolvimento do aplicativo Android chega a ser cerca de três vezes mais demorado. Isso porque há fatores relacionados à chamada fragmentação Android que dificultam aos usuários a rápida atualização de seus sistemas e, consequentemente, afetam o alcance do aplicativo.

 

Licenciamento

Para além do desenvolvimento de software, quem está em busca do próprio app precisa avaliar as condições de licenciamento oferecidas por cada sistema operacional.

 

Obter e manter uma licença iOS demanda o pagamento de uma assinatura anual. E a licença Android é vitalícia e não precisa ser renovada (você só paga uma vez), além de ter um custo menor.

 

É preciso considerar, porém, que a facilidade de acesso ao Android abre espaço para um número maior de apps mobile disponíveis na loja. Por outro lado, as restrições e valor mais elevado do Apple se transformam em uma “seleção” que garante que apenas aplicativos ativos sejam apresentados aos usuários, favorecendo sua visibilidade.

 

Conclusão

O desenvolvimento de um app mobile para iOS é mais rápido, favorece a realização de testes e pode ser mais rentável. Enquanto o Android é mais barato e garante que o aplicativo esteja disponível para um maior número de usuários.

 

Com base nas possibilidades e objetivos, as vantagens e desvantagens apresentadas ganham importâncias diferentes. Por isso, vale analisá-las com atenção e contar com o apoio de uma boa empresa desenvolvedora de softwares para tomar sua decisão.

 

 

Que tal descobrir com quantos programadores se faz um app e conhecer um pouco mais desse universo? Confira!

 

Mobile Commerce 2018: quais são as tendências?

Um dos segredos para o sucesso nas vendas é conseguir atender ao que o cliente deseja, certo? Facilidade de compra na palma da mão é o que os dispositivos móveis têm a oferecer. Confira as tendências do mCommerce e saiba como garantir o sucesso do seu negócio!

 

O número de lojas online cresceu no Brasil ao longo dos últimos anos. E não é só isso, o aumento se reflete também em quantas estão preparadas para o mobile commerce. A sua loja é uma dessas?

 

Dados da BigData Corp sobre o perfil do e-commerce nacional apontam a existência de 675 mil lojas online. Dessas, 76,36% têm sites responsivos (que rodam normalmente em qualquer dispositivo) e 13,36% contam com o próprio aplicativo para venda via dispositivo móvel.

 

Tudo isso indica uma significativa movimentação no universo das vendas online da qual o seu negócio precisa fazer parte. Continue a leitura do post para conhecer as tendências do mobile commerce em 2018!

 

Pagamento com e-wallet e via CCP

Em nosso post Carteiras digitais ganham espaço em meios de pagamentos eletrônicos, contamos o que são e como funcionam as e-wallets. Falamos de um sistema seguro que permite aos consumidores ter uma carteira virtual para substituir o uso de dinheiro físico (cédulas e até cartões de débito ou crédito).

 

Contamos também que a segurança e a praticidade são alguns dos motivos para a crescente popularização dessa forma de pagamento. E, segundo o Global Payments Report o uso das e-wallets está contribuindo para o crescimento do e-commerce no país.

 

Por isso, o uso das carteiras digitais é tendência no mobile commerce 2018 e também para os próximos anos. O mesmo vale para o pagamento via CCP (Comunicação por Campo de Proximidade), que possibilita a realização de transações por meio da aproximação de equipamentos como um smartphone e o terminal de pagamentos da loja.

 

Aplicativo próprio

Como você pode supor, ter um site responsivo já não é tendência, tampouco um mero diferencial. Um negócio que deseja vender online precisa garantir que o cliente consiga acessar, navegar e comprar com facilidade por meio de qualquer dispositivo.

 

A tendência do mobile commerce para 2018 é o aumento do número de lojas que possuem seu próprio aplicativo. Apps criados em parceria com uma empresa de desenvolvimento de software são personalizados e garantem a melhor experiência para a clientela.

 

É mais fácil e prático comprar por meio deles, uma vez que a navegação é direcionada e até o pagamento passa a ser feito em poucos cliques. Não sem motivo, os dados indicam que, de 2017 para cá a porcentagem de lojas com apps subiu de 3,47% para 13,68%.

 

Comunicação instantânea e feedback por mensagem

O imediatismo tomou conta da sociedade e isso já não é novidade. Essa mudança se reflete no comportamento do consumidor, que busca resposta rápida às suas dúvidas, bem como soluções ágeis aos seus problemas.

 

Por essa razão, a comunicação por meio das redes sociais segue forte para o mobile commerce. O que justifica, por exemplo, o surgimento e uso da função de “negócios” em apps de troca de mensagens, como é o caso do WhatsApp Business.

 

A tendência que se destaca para 2018 é o uso dos dispositivos móveis para contatar, de forma automática, um consumidor que acabou de fazer uma compra.

A ideia é antecipar sua demanda pela confirmação de que a mercadoria foi adquirida com sucesso, o pagamento foi confirmado e a entrega acontecerá normalmente.

 

O serviço pode ser feito por meio do envio de um SMS de confirmação ou, ainda, por meio do app próprio criado pelo seu parceiro de desenvolvimento de software.

 

Sua empresa precisa de ajuda para se adequar ao mundo do mobile commerce? Entre em contato e saiba como a Logical Minds pode ajudar!

 

Por que investir no Desenvolvimento de Sistemas Customizados?

Você acredita que não vale a pena investir em soluções customizadas? Uma assessoria externa pode orientar o desenvolvimento de um software perfeitamente adequado ao seu negócio. Confira o post de hoje no blog e conheça as vantagens!

Cada vez mais, soluções tecnológicas estão presentes na rotina de empresas. Nesse cenário, você já considerou investir no desenvolvimento de um software perfeitamente adequado ao seu negócio?

É isso o que permite ter um sistema que se integre facilmente às demais aplicações já utilizadas. O que, por consequência, possibilita a real otimização de processos, favorece a produtividade e os resultados.

Uma empresa de desenvolvimento de software é a parceria ideal para que você tenha um sistema customizado. Continue a leitura e conheça melhor as vantagens de investir nesse tipo de solução!

 

#01 Solução personalizada

Há uma ampla variedade de soluções tecnológicas disponíveis do mercado. Para aumentar as chances de garantir a competitividade do seu negócio, o caminho é buscar por uma que atenda perfeitamente às suas necessidades.

Profissionais de uma assessoria externa sabem exatamente como iniciar um desenvolvimento e conduzi-lo para que se adeque às características, demandas e objetivos da sua empresa.

E isso também permite que esse novo sistema seja desenvolvido de modo a se integrar facilmente à outras aplicações que já façam parte da rotina do seu negócio.

 

#02 Otimização e mais produtividade

Um sistema customizado pode incluir a automatização de tarefas e otimizar a rotina da sua empresa. Como consequência, esse tipo de solução contribui para que os colaboradores não acabem se prendendo a atividades burocráticas e tenham tempo livre para desempenhar tarefas mais estratégicas.

Além disso, o desenvolvimento de um software que se integre facilmente à outras aplicações e à rotina da empresa contribui para os seus resultados. Os recursos necessários para cada trabalho ficam mais acessíveis e os colaboradores têm melhores condições para reduzir o tempo gasto em cada tarefa e aumentar a qualidade de seu trabalho.

 

#03 Redução de gastos

Quando um sistema não é customizado, é comum que a empresa tenha que realizar investimentos frequentes em novas aplicações para melhorar suas rotinas.

A não customização também resulta em aumento dos gastos por impedir que o sistema utilizado tenha condições de inserir novos recursos e acompanhar novas demandas. E ainda implica que a empresa pague por funcionalidades ou aplicações que não serão utilizadas.

Em outras palavras, o desenvolvimento de um software próprio reduz gastos relacionados à melhoria da performance da TI da empresa e com a qualidade dos resultados obtidos.

 

#04 Mais segurança

No post Etapas de desenvolvimento de sistemas, apresentamos um panorama do processo. A cada etapa, é importante identificar falhas e brechas de segurança e corrigi-las. São crescentes as ameaças digitais a que softwares e empresas estão expostos e, por isso, é necessário redobrar a atenção.

Nesse sentido, contar com a assessoria especializada para o desenvolvimento é  a garantia do estabelecimento de níveis de proteção mais sólidos. Isso porque esses profissionais conhecem bem cada etapa do processo de desenvolvimento de softwares e sabem identificar e corrigir problemas que colocariam o sistema e seu negócio em risco.

Assim, você poderá contar com uma solução que atende a acordos padrão de segurança e, ainda, esteja alinhado às normas internas da sua empresa. Tecnologias de backup, criptografia e regras de acesso poderão ser incluídas no sistema de acordo com as necessidades e demandas do seu negócio.

Em resumo, a assessoria externa de uma empresa de desenvolvimento de software é investimento de melhor custo-benefício e que garante melhores resultados para o seu negócio.

Ficou com alguma dúvida sobre as vantagens de contar com ajuda externa? Deixe o seu comentário!

Com quantos programadores se faz um aplicativo?

Sua empresa está considerando se tornar uma desenvolvedora de apps? Para além de preocupações com custos, você precisa saber quem são e com quantos profissionais precisa contar para entregar seus projetos. Acesse o post e descubra!

Já se perguntou quantas pessoas sua empresa precisaria para o desenvolvimento de software e a criação de app? Os aplicativos são soluções úteis e cada vez mais utilizadas no dia a dia. Por isso, muitos profissionais consideram ingressar nesse meio.

Se este é o seu caso e você precisa saber quais são os profissionais que precisaria contratar e como começar um desenvolvimento de aplicativo, chegou ao post certo. Continue a leitura para saber mais!

 

Profissionais necessários para criar um app

Aplicativos são soluções inteligentes que cabem na palma da mão. Muitas vezes, por serem de fácil acesso e de uso constante, parecem ser soluções simples.

A verdade não é bem essa e, por isso, se você quer saber como começar um desenvolvimento, precisa entender o papel dos seguintes profissionais:

 

Analista de Sistemas

Cabe a este profissional compreender a quais demandas do cliente/negócio o aplicativo deve atender. Sua percepção deve ser registrada por escrito de forma a orientar a execução do projeto.

Por isso, este profissional precisa ter conhecimento na área de desenvolvimento de software para conseguir fornecer instruções claras.

 

Arquiteto de Software

Dá sequência ao trabalho Analista de Sistemas. Sua tarefa é definir a arquitetura técnica para o projeto do software. Costuma levar seu conhecimento a outras etapas, participando da programação do app e se responsabilizando pelas partes mais complexas.

 

Programador

É o profissional codifica o projeto de acordo com as especificações técnicas apontadas pelo arquiteto de software. Seu trabalho representa cerca de metade de todo o processo de desenvolvimento de software para dispositivos móveis.

 

DBA ou Analista de Banco de Dados

Esse é um profissional que pode ou não ser necessário para uma empresa de desenvolvimento de software. Em geral, se o projeto do aplicativo é pequeno, Analista de Sistemas, Arquiteto de Software ou Programador podem exercer a função.

Em projetos grandes, porém, a presença de um profissional específico se faz necessária. Sua tarefa é definir a arquitetura do banco de dados do app e ajudar na criação dos comandos relativos às rotinas de manipulação desses dados.

 

Analista de Testes

Testes são essenciais para assegurar o bom funcionamento do aplicativo a cada etapa do desenvolvimento. O papel do Analista de Testes é verificar se a codificação não apresenta erros e atende ao que foi solicitado pelo Analista de Sistemas.

Novamente, a depender do tamanho do projeto e também da dinâmica da equipe, esse trabalho pode ser feito pelo próprio Analista de Sistemas.

 

Designer

Também conhecido como Front End Designer, esse é o profissional responsável por criar o desenho das interfaces do aplicativo. Para tanto, considera a usabilidade, visando a experiência do usuário que, sem dúvida, é um fator decisivo para que o app conquiste e agrade seus adeptos.

 

Web Designer

É quem se responsabiliza por aplicar o layout projetado pelo Designer. Para o sucesso dessa etapa do processo de desenvolvimento de software, é importante ressaltar que a sua empresa deve procurar por um profissional com experiência com aplicativos.

Isso porque, ainda que esse trabalho se baseie em técnicas similares a do desenvolvimento de um site, um aplicativo não é como uma web para mobile. Portanto, demanda conhecimento de tecnologias específicas.

 

Gerente de Projetos

É o profissional que cria o cronograma do projeto de desenvolvimento, distribui e acompanha as tarefas, bem como o cumprimento de metas e prazos. É o gerente que vai orientar toda criação do app, incluindo a metodologia de trabalho.

Pode, por exemplo, saber como identificar o melhor método ágil para a equipe, definindo um planejamento que favoreça o desenvolvimento e o sucesso do produto final.

Com este profissional você garante tanto que sua empresa saiba como começar um desenvolvimento como conduzir o projeto até sua conclusão.

Então, sua empresa está pronta para começar o desenvolvimento de aplicativos? Deixe o seu comentário!

Métricas de desenvolvimento: relações possíveis

A gestão de TI na sua empresa já conta com métricas e indicadores de desenvolvimento? No post de hoje, explicamos o que são, qual a importância e como esses recursos podem ser usados em favor da TI e do sucesso nos negócios. Confira!

Sua empresa já sabe a importância de utilizar indicadores e métricas de TI? E, mais do que isso, já sabe como utilizá-las para orientar ações e melhorias no setor?

Se você respondeu “não” a essas perguntas, não se preocupe, pois chegou ao post certo. Ao longo da leitura, você vai entender melhor esses conceitos e saber qual a sua importância para a TI e, consequentemente, para a empresa. Confira!

 

As diferenças entre métricas de TI e indicadores

Métricas e indicadores são conceitos que constantemente aparecem relacionados. E isso acontece porque, de fato, um complementa o outro. Veja só:

Métricas de TI são valores, medidas brutas relativas a alguma operação ou processo do setor de tecnologia da informação. É o caso, por exemplo, da velocidade de desenvolvimento ou de bugs e qualidade do código.

Como é possível perceber, as métricas de desenvolvimento em TI permitem a coleta de dados relevantes. Porém, por si só, esses dados podem não dizer muito sobre a realidade do setor.

E é por isso que essas métricas precisam servir de base para a definição de indicadores. Estes devem ser estipulados pelo gestor de TI com o objetivo de analisar a eficácia do desenvolvimento e identificar oportunidades de melhoria.

 

Qual a sua importância para a TI da empresa

Sem métricas e indicadores de TI, uma empresa dificilmente consegue reunir informações sólidas quanto ao desempenho do setor. E isso impede que oportunidades de melhoria sejam identificadas com clareza e que as medidas adotadas sejam verdadeiramente adequadas e positivas.

É importante ter em mente que o setor de TI tem crescente relevância e um papel cada vez mais estratégico. Aliar a TI aos processos e objetivos de negócio indica um elevado nível de maturidade de gestão que tem influência direta no sucesso da empresa.

Para tanto, é preciso otimizar toda a TI, inclusive o desenvolvimento. E, por isso, é essencial apostar em métricas de desenvolvimento em TI e nos indicadores.

 

Como usar métricas e indicadores de desenvolvimento em TI

No desenvolvimento, fatores relacionados à qualidade dos códigos ou à incidência de problemas atribuídos a bugs refletem o desempenho do setor de TI da empresa.

As métricas de TI e os indicadores de desenvolvimento permitem que o gestor faça uma análise de cada questão e encontre razões que justifiquem um desempenho abaixo do esperado.

Assim, torna-se possível fazer com que o trabalho de gestão seja mais embasado para fornecer recursos e promover a adoção de medidas importantes para a otimização de TI.

Em outras palavras, métricas e indicadores contribuem para que a empresa saiba o que fazer para usar a TI com mais eficiência a seu favor. Algo que pode pautar decisões que vão desde melhorias internas à contratação de um parceiro de outsourcing de TI (ou de terceirização de TI), por exemplo.

 

Use as métricas e indicadores certos

Para que tudo isso dê certo, antes é preciso escolher bem as métricas e indicadores. Uma simples pesquisa pode apresentar ao gestor uma ampla variedade de métricas de desempenho em TI que são interessantes, mas não necessariamente importantes para a empresa.

Saber disso é importante para que não sejam escolhidas métricas e indicadores que se transformem em um trabalho que não contribui para sua TI.

Em 7 etapas para definir KPIs de TI de forma eficaz, explicamos que para definir métricas de TI e indicadores é preciso considerar fatores como os objetivos da empresa e as atividades relevantes para alcançá-los.

Sua empresa já faz uso de métricas e indicadores de desenvolvimento em TI? Compartilhe sua experiência nos comentários!

Custo por Chamado em TI: como calcular?

Você sabe quanto a sua empresa gasta com cada chamado em TI? Conhecer esse custo é importante para avaliar se a despesa está adequada ao orçamento e também para encontrar formas de promover melhorias. Acesse o post e aprenda como calcular este gasto!

Você já sabe qual é o custo por chamado em TI na sua empresa? E ainda, sabe por que realizar esse cálculo e qual e como analisá-lo para melhor direcionar seus investimentos em TI? Se você respondeu “não” a essas perguntas, chegou ao post certo.

Ao longo da leitura, vamos explicar como esse cálculo deve ser feito. Assim, você terá condições de conhecer melhor a realidade do seu custo com uma TI interna.

Mais do que informar sobre suas despesas, esse cálculo é relevante porque permite à empresa ter embasamento para avaliar a necessidade de modificar os investimentos no setor, fazer contratações ou até a terceirização de TI. Acompanhe e saiba mais!

O que é o custo por chamado em TI

Antes de partirmos para o cálculo em si, vale a pena apresentar de forma simples e direta o que é o custo por chamado em TI.

Trata-se do valor associado ao número de solicitações atendidas pelo setor de TI, as despesas envolvidas nas respostas aos chamados, as horas gastas e os recursos utilizados.

Esse cálculo pode ser feito tanto por empresas que possuem um departamento interno quanto por aquelas que já optam pela terceirização de TI. E, em geral, serve para avaliar o investimento que é feito e direcionar o processo de tomada de decisões estratégicas a favor de melhorias.

Como calcular o custo por chamado em TI

Caso sua empresa já conte com um serviço de terceirização, também conhecido como outsourcing de TI, o cálculo é mais simples. Basta fazer um registro do número de chamadas abertas em um mês e então dividir essa quantia pelo valor pago à empresa parceira de TI.

É importante adicionar ao valor da mensalidade todos os gastos extras como a necessidade de contratação de outras empresas, contratação de novas licenças ou abertura de chamados em outros fornecedores. O resultado da operação representa o custo de por cada chamado.

Se, por outro lado, sua empresa conta apenas com o setor interno de TI, o cálculo é um pouco mais trabalhoso. Mas não se preocupe, pois iremos vamos desvendá-lo!

Para realizar o cálculo, é preciso relacionar e somar todas as despesas com o departamento de TI da empresa. Isso inclui, por exemplo, a folha de pagamento, os custos estruturais (aluguel do espaço, internet e outros), os equipamentos e softwares usados pela equipe, etc.

Todos esses valores devem ser somados e o resultado total deve ser dividido pelo número de chamados realizados em um mês. Assim, chega-se ao custo por chamado individual.

Mas atenção! É preciso considerar os chamados que foram atendidos. Do contrário, seu cálculo não será adequado e levará a um custo menor do que realmente deveria ser.

Como analisar os dados obtidos

O cálculo do custo por chamado em TI vai apresentar um valor que deve ser comparado com o orçamento que a empresa destina ao setor. Assim, torna-se possível avaliar se o custo é alto ou baixo, se está adequado ou não às possibilidades da empresa.

Dessa forma, o cálculo desse custo serve para embasar decisões estratégicas quanto à adoção de medidas que visem otimizar o setor. Questões como a contratação de novos colaboradores, o treinamento e atualização da equipe interna ou a contratação de um parceiro de outsourcing de TI.

 

Este post foi útil? Aproveite para conferir também Outsourcing de TI: esse é o momento ideal para confiar em um parceiro de negócios?

Em que estado de maturidade de gestão sua empresa se encontra?

A gestão de TI da sua empresa é boa o bastante? Há diferentes estágios de maturidade que caracterizam a situação do setor nas empresas e refletem seu poder de contribuir para o sucesso dos negócios. Confira o post para saber mais!

Você sabe o que é e qual o estado da maturidade de gestão empresarial na TI da sua empresa? Ao longo dos últimos anos, a intensificação do uso tecnologia nas rotinas de trabalho aumentou a relevância do setor para as empresas.

Seja internamente ou pela terceirização de TI, é importante garantir a adoção de práticas que mantenham a segurança e bom funcionamento das aplicações utilizadas. Para isso, é interessante saber em que estado de maturidade a empresa se encontra e identificar caminhos para a promoção de melhorias.

Continue a leitura do post e conheça os cinco estados de maturidade de gestão de TI e suas características!

 

# Caótico

O estado mais comum de maturidade de gestão empresarial em TI indica um cenário em que a TI da empresa encontra-se pouco desenvolvida. Na prática, isso significa que a gestão de TI local tem foco interno, em suas próprias atividades, ignorando as demais áreas da empresa e suas necessidades.

Algumas características desse estado são:

  • A presença de profissionais que compreendem a infraestrutura de TI local e lidam com exceções;
  • A dependência dos chamados profissionais-chave;
  • Profissionais reativos à problemas e solicitações de usuários;
  • Trabalhos de melhoria focados em tecnologia e não em serviços;
  • Inexistência de padrões e orientações para processos e serviços;
  • Falhas de comunicação;
  • Falta de interação da TI com os objetivos da empresa.

# Reativo

Por sua vez, o estágio reativo já apresenta um grau de maturidade um pouco mais elevado. Porém, a atenção e orientação aos processos ainda são ignoradas, bem como sua documentação e formalização.

As principais características do estado reativo são:

  • Gestão reativa de problemas e sem apoio de processos;
  • Existência de iniciativas para a manutenção do controle da infraestrutura de TI local;
  • Maior controle da disponibilidade de componentes;
  • Trabalho de gestão com foco na melhoria do desempenho de cada componente (hardware e software);
  • Gestão de mudança apenas para alguns componentes, também sem o apoio de processos formais.

# Proativo

O estado proativo é aquele que pode ser considerado o ideal para a maturidade de gestão empresarial de TI. Não é o mais avançado, mas considerado suficiente para aprimorar o uso e a integração das aplicações utilizadas na empresa.

Suas principais características são:

  • A existência de processos formais;
  • Orientação de processos e serviços de acordo com seu custo-benefício;
  • Definição clara dos serviços críticos;
  • Planos elaborados para o aumento da disponibilidade e capacidade dos serviços;
  • Realização da gestão de performance de plataformas, aplicações e sistemas;
  • Documentação e mapeamento da dependência dos componentes;
  • Integração entre os sistemas para alinhamento com as necessidades da empresa.

# Serviços

Empresas que fazem uma boa gestão de TI, na maioria das vezes, têm sua maturidade de gestão neste estado. Há a implementação de indicadores — como os que apresentamos no post Indicadores de desempenho de equipe de TI — para acompanhar e mensurar os resultados do setor e orientar melhorias.

As principais características são:

  • Monitoramento da eficácia e divulgação dos registros dos serviços de TI;
  • Adoção das regras de processos a todo novo serviço;
  • Foco na melhoria contínua dos serviços;
  • Uso de sistemas de integração de serviços;
  • Gerenciamento de uso e mudanças na infraestrutura, aplicações e sistemas;
  • Formalização dos objetivos e necessidades da empresa para alinhamento dos serviços de TI.

# Valor

Neste estado de maturidade, a gestão de TI é feita de forma totalmente estratégica para a conquista dos objetivos da empresa. Em outras palavras, torna-se uma verdadeira aliada para o sucesso dos negócios.

As suas características de destaque são:

  • Entendimento do uso da tecnologia e da área de TI como essencial para as atividades de cada setor da empresa;
  • Avaliação dos serviços de TI de acordo com o valor que entregam ao negócio;
  • Medição da performance de TI com base em seu nível de contribuição para o sucesso da empresa.

Sair de um estado mais básico de maturidade para um mais elevado requer amplo conhecimento em TI, o que pode ser um empecilho para muitas empresas. Assim, o outsourcing de TI ou terceirização de TI é a alternativa mais indicada para garantir essa evolução.

E então, já sabe em qual estado de maturidade de gestão sua empresa se encontra? Entre em contato com a Logical Minds e saiba como podemos ajudá-lo a implementar melhorias!

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Relações entre controle de gastos, Outsourcing de TI e Body Shop.

Resolução de problemas de TI, otimização de processos e melhoria das rotinas internas. Serviços como o outsourcing de TI e o Body Shop podem fazer muito pela sua empresa. Inclusive, contribuir para um melhor controle dos gastos. Acesse o post e saiba mais!

O uso da tecnologia é crescente nas rotinas de empresas de diversos segmentos. Por isso, contar com profissionais capacitados se tornou uma necessidade constante. Uma demanda que pode ser atendida por parcerias no tradicional modelo de terceirização de TI ou, ainda, pelo Body Shop.

Cada uma dessas modalidades apresenta suas próprias vantagens, inclusive no que tange o controle dos gastos em TI pela empresa contratante. No post de hoje, para que você saiba qual serviço contratar, apresentaremos características relevantes do outsourcing de TI e Body Shop. Acompanhe!

 

O que é terceirização de TI (ou outsourcing de TI)

O outsourcing de TI caracteriza o uso de recursos externos para lidar com a TI de uma empresa. Por isso, essa modalidade de serviço é comumente descrita e compreendida como uma forma de terceirização de TI, já bastante conhecida no universo corporativo.

Nesse caso, uma empresa especializada é contratada como parceira e se torna responsável por administrar o setor de tecnologia da informação de um empreendimento.

Em outras palavras, essa empresa passa a cuidar da infraestrutura, fazer o controle e gestão de sistemas e até a contratação de profissionais para capacitados para cumprir as rotinas de TI.

A modalidade é interessante para empresas de qualquer porte, sobretudo as que encontram dificuldades em lidar com as demandas relacionadas ao uso da tecnologia por conta própria.

 

O que é o Body Shop

De forma direta, a principal diferença entre outsourcing de TI e o Body Shop é o fato de que a segunda modalidade traz a ajuda externa para dentro da empresa contratante. Ou seja, trata-se da alocação de um profissional especializado para acompanhar a rotina local.

Assim, ao invés de uma empresa parceira se tornar responsável por definir toda a gestão da TI, é a empresa contratante quem se responsabiliza pelas ações do profissional na modalidade Body Shop.

Esse profissional fica alocado pelo tempo que a empresa contratante desejar, sem que haja a criação de um vínculo empregatício. Por isso, essa modalidade se torna mais interessante para empresas que administram bem a própria TI e que precisam de ajuda extra para desenvolver projetos pontuais.

 

O controle de gastos em cada modalidade

Com tudo isso, podemos dizer que o outsourcing de TI e o Body Shop são modalidades que podem gerar economia para a empresa contratante. O que permite, ainda, melhor uso dos recursos financeiros da companhia.

Em ambos os casos, a empresa elimina a necessidade de gastos com processos de contratação de pessoal qualificado ou de treinamento para realocação do pessoal interno para a TI.

Os serviços também contribuem para que a empresa evite despesas desnecessárias. A atuação dos especialistas garante investimentos somente equipamentos ou aplicações verdadeiramente úteis e adequadas.

Além disso, seu trabalho contribui para a otimização e automatização de processos, favorecendo a produtividade global da empresa. O que, consequentemente, impacta positivamente os seus resultados.

Vale considerar, ainda, que o outsourcing de TI pode eliminar a necessidade do uso de qualquer recurso interno da empresa. Enquanto o Body Shop pode ser contratado por um período pré-determinando, também contribuindo para maior controle dos recursos.

Gostou de saber a diferença entre as modalidades, mas ainda não sabe qual a melhor para a sua empresa? Entre em contato e converse com o time de especialistas da Logical Minds!

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Variações na gestão de pessoas, contratação e resolução de problemas em TI

Quer saber como promover a resolução de problemas em TI? No post de hoje, apresentamos informações que vão ajudar você a determinar qual a solução ideal para a sua empresa. Confira já!

Qual o caminho escolhido pela sua empresa para garantir a resolução de problemas em TI? Algumas preferem designar seus próprios colaboradores, enquanto outras optam por alocar um profissional especialmente escolhido para a tarefa ou pela terceirização de TI.

Cada um desses caminhos tem suas vantagens e desvantagens e, no post de hoje, vamos explicar melhor essas variações e suas diferenças. Assim, ao final da leitura, você terá condições de decidir como os problemas em TI devem ser resolvidos em sua empresa. Acompanhe!

Gestão de pessoas da empresa

Quando uma empresa não pensa ou não pode expandir seu quadro de funcionários, gerenciar o pessoal interno aparece como opção para a resolução de problemas em TI.

Para que essa solução funcione bem, é preciso garantir que o grupo de pessoas ou colaborador designado para a função seja capacitado para tal. Pode acontecer que a empresa perceba, por exemplo, a necessidade de investir em treinamentos e cursos para assegurar que seu próprio pessoal esteja apto para corresponder às demandas da rotina de trabalho local.

Além disso, é preciso ter em mente que o setor de TI de uma empresa está cada vez mais atrelado aos demais. E isso significa que essa gestão de pessoal interno deve possibilitar que os escolhidos para a tarefa possam, de fato, se dedicar a elas.

Em outras palavras, a empresa que quiser contar com seu pessoal não pode permitir que essa opção comprometa outros setores ou o próprio trabalho de TI. Do contrário, fará realocações que não surtirão o efeito desejado.

Contratação de colaborador para a TI

Se, por outro lado, a empresa está disposta a aumentar seu quadro de funcionários, tem a opção de contratar um colaborador especialmente para resolver os problemas de TI.

Nesse caso, desde o início já no processo de contratação, a empresa tem a oportunidade de escolher um profissional devidamente qualificado. Isso elimina, ao menos em um primeiro momento, o investimento de recursos (financeiros e de tempo) no treinamento ou capacitação.

Essa é uma opção interessante para empresas cuja demanda de TI não é tão elevada, de modo que a presença dessa colaborador seja o bastante para resolver as demandas diárias.

Terceirização de TI (ou outsourcing de TI)

Por sua vez, a terceirização de TI ou o outsourcing de TI é a solução para empresas que preferem não realocar o pessoal interno e, ainda, sabem que a contratação de um colaborador não basta para suprir sua demanda.

O uso intenso da tecnologia no dia a dia de trabalho, sobretudo conectada à rede introduz a necessidade de uma variedade de soluções e processos de TI. E contar com essa terceirização garante que toda a demanda da empresa — relativa ao sistema, programas e toda a infraestrutura — seja atendida por profissionais altamente capacitados para a tarefa.

O outsourcing de TI pode ser integral ou parcial, de modo que a empresa escolha a forma ideal de lidar com a resolução de problemas em TI de acordo com suas próprias características e necessidades.

Quer mais informações para escolher o caminho certo para a sua empresa? Confira o post Outsourcing de TI: esse é o momento ideal para confiar em um parceiro de negócios?

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Transporte de Cargas e Tecnologia da Informação: os melhores aliados

O setor logístico tem se destacado como estratégico para as empresas, pois é a partir de uma operação eficiente de distribuição que se alcança a satisfação do consumidor exigente.

Tornar o produto disponível no menor espaço de tempo é um dos grandes desafios logísticos atuais, contudo, não é o único. A gestão da informação gerada em toda a cadeia de suprimentos da empresa é de suma importância para o aumento da competitividade.

Quando se trata de transporte de cargas, quais são os recursos tecnológicos que beneficiam a operação e trazem diferenciais que ressaltem sua empresa como uma boa competidora no mercado?

 

Rastreabilidade de mercadorias

Enquanto a mercadoria está sendo transportada de um local a outro, é preciso manter certo controle sobre a mesma, a fim de atualizar o status de pedido ao cliente ou então de manter a segurança dos produtos que estão enviados.

Quando a carga é fechada (CF), o próprio veículo pode ser rastreado por meio de GPS, facilitando o encontro da mercadoria onde quer que ela esteja. Contudo, quando se trata de carga fracionada (CFr), o trabalho se torna mais minucioso, afinal, é necessário coletar mercadorias em vários pontos de transbordo para então direcioná-las aos destinatários finais.

Dentro desta perspectiva, a tecnologia da informação entra como grande aliada no processo de rastreabilidade dos produtos, oferecendo soluções como dispositivos RFID – Radio Frequency Identification Data.

Etiquetas RFID podem ser facilmente rastreadas com a tecnologia certa, mantendo sua empresa a par de todo o trajeto percorrido por cada mercadoria transportada. Com essa tecnologia, você informa seus clientes sobre o status do pedido e garante que nada aconteça com o seu carregamento.

Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI)

O EDI é como um código criptografado que representa uma informação, como um preço, código de barras ou descrição de produto. Essa informação pode ser trocada facilmente entre computadores conectados, facilitando a gestão da informação no transporte de cargas.

Você pode, por exemplo, usar essa tecnologia para realizar o controle de estoque entre filiais. A carga sai da matriz e a informação gerada, como quantidade de mercadorias presentes no carregamento, é conferida rapidamente no momento do recebimento pelo destinatário. Esse processo otimiza a produtividade da sua equipe e torna a conferência de cargas mais segura e confiável.

A mesma tecnologia é aplicada na emissão de CTes e NF-es. A informação é transmitida de uma empresa a outra por meio eletrônico, evitando possibilidades de fraudes e adulterações. Também facilita no momento da conferência dos dados e na obtenção de créditos fiscais mediante a consolidação das informações dentro do seu sistema de gestão.

 

Leitura óptica e código de barras

Uma solução que está em nosso dia a dia e que favorece muito o trabalho de embarcadores é o código de barras e leitura óptica. Inserindo tal código em cada mercadoria transportada, fica fácil coletar e transmitir informações via sistemas específicos.

É possível identificar rapidamente mercadorias, características de produtos, volumes em estoque, orientações específicas de transporte, dados do embarcador e do destinatário, entre outras informações de suma importância para uma gestão logística eficiente.

O processamento de pedidos se torna mais ágil e eficiente, os erros de expedição são eliminados, a gestão do estoque é facilitada e você mantém um registro fiel de todas as movimentações de mercadorias da sua empresa.

Para extrair o potencial máximo dessas tecnologias, o ideal é que você tenha um TMS – Transportation Management System integrado às demais soluções de tecnologia da informação da sua empresa. Assim a gestão de informações se tornará uma grande aliada dos seus negócios.

Quais dessas tecnologias você utiliza? E os resultados, são bons? Deixe seu comentário!